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Memórias




Dia de Sorvete

O sol brilha. O calor está forte e a fome é voraz. Não posso mesmo dar muita atençao ao aviso que se espalha dos alto falantes nas proximidades. Recebo vagamente a mensagem transmitida pela suave voz feminina: alguma coisa ligada a reunião no cinema, CEMAL, etc. Não tenho nada a ver com aquilo, ainda falta um ano para chegar minha vez. Difícil mesmo está sendo suportar o calor e a morosidade da fila.

É dia de sorvete no rancho, dia de tumulto, dia de vigilância severa do oficial de dia por causa dos espertos, para que nao excedam sua cota.

Dia em que a fila se detém toda vez que o auxiliar ao aluno de dia fica sem nada para distribuir lá na frente.

Ninguem arreda pé do lugar até que venham da cozinha as novas caixas e a distribuição recomece.

Estou sem ânimo. Um dente começa a querer incomodar. A galera aqui de fora resolve provocar Fabiano, o "Isabelinha". Este se defende mal, como sempre. Ou o faz sem lógica, excitando o moral da tropa. Cada vez que abre a boca é saudado com uma monumental gritaria, à guisa de sirene. Agora mesmo ele tenta dizer qualquer coisa, mas é impedido pela massa.

- Pessoal, dá um tempo! Espera um pouco! Deixe eu falar um negócio.

- Quem achar um molinete me avise! Aquilo é caro pra caramba! (sua voz é como um sibilo de chaleira, irritante, aguda).

A reação é imediata:

- Aaaaaaaannnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnn!!!!! A coisa está formada, não tem jeito. Gerou. Fabiano mantém o sorriso cretino de sempre no rosto, não consegue ficar sério, provoca involuntàriamente os distúrbios, é o seu carma particular.

Logo desiste de falar. Começa a praticar seu esporte predileto: amolar quem está quieto. Tem uma liga de borracha entre os dedos, aponta para um e para outro. Somos uns vinte e poucos ainda do lado de fora, o mesmo acontece nas demais portas. O esquadrão do primeiro ano ainda intacto lá em cima, no pátio. O aluno de dia está atento em seu posto. Comanda com firmeza o deslocamento das esquadrilhas, hoje bastante lento, complicado. Ele passa um lenço no rosto, olha um tanto desanimado para os grupos que ainda se amontoam nas diversas entradas. O Sol brilha forte, o calor é insuportável. Fabiano agora se bate com Benvegnu, a quem dirige gracejos confusos, com seu inconfundível registro de canário desafinado:

- Dez esticadas, agora, onze, doze... não dá nem pra contar...

- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaannnnnnnnnnnnnnnnn!

O guincho é a resposta natural da galera. Benvegnu nem se preocupa em revidar, preferindo aderir ao coro da geral. Alguns sacodem a cabeça, sorrindo, outros se esforçam para tumultuar ainda mais. Maraschim tenta fazer ouvir uma de suas criancices, Fabiano devolve:

-Melecaaaa!

- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaannnnnnnnnnnnnnnn!

Agora tudo é motivo. A fila ameaça andar. Alarme falso. Para novamente.

Fabiano fecha um olho. Arremessa a liga com pontaria certeira na nuca do Kishi. O japonês leva um susto, passa a mão no lugar do impacto, fica enfezado:

- Num gosto da brincadêra, pôra!

Kishi tem cara de poucos amigos e logo volta o rosto de novo para a frente, irritado, fechado. Douglas vem em sua defesa, bem intencionado como sempre:

- Pôra, japonê tá borabo, nô? Respeta japonês!

- Qui she foda... Alguém provoca lá de trás.

O sol instiga os ânimos, a fila enervante. Fabiano não se contém: o semblante de coruja atrapalhada, a voz fina e "acariocada", ainda ousa provocar:

- Arakiri Saionara!

- Aaaaaaaaaaaaaaaaaannnnnnnnnnnnnnnnnnnnnn!

A sirene sai caprichada. Fabiano é o astro do espetáculo, mesmo quando contracena com suas vítimas. Kishi lança-lhe agora uma careta terrível, contrariada. Súbitamente o ruído decresce de intensidade: um oficial se aproxima.

Tenente Mendes vem andando, com a magreza que lhe é peculiar. Semblante preocupado, sério, tira o bibíco, encaixa-o na dobra da calça, vai pedindo passagem em direção à porta. Amâncio está a dois passos. Vira-se para vovô Ricardo e declama em sua voz queixosa e arrastada:

- Vovô, tem macarrão no rancho...

- Prefere uma LS3 ou sair na porrada? Mendes já diante do "duende", bom de ouvido, rápido na reação. Aponta para os próprios bíceps magros e enfrenta Amâncio com um olhar furioso.

Contenho o riso. Lá se foi meu mau humor do dia. Mas agora todos estão calados. Amâncio ainda tenta sustentar, um par de olhos humildes e envergonhados, finalmente baixa a cabeça. Mendes enfia-se para dentro do rancho, vermelho, zangado. Gargalhada geral. A fila começa a andar novamente. Agora vamos entrando todos. Lá dentro avisto dois taifeiros deslocando uma enorme panela.

O refeitório ferve de agitação. Alguém aqui perto provoca o Isabel novamente e ele retruca alguma coisa. A sirene sai renovada. Logo um eco monumental se faz ouvir de todas as partes do rancho, em solidariedade. Ao ruído da sirene junta-se outro, mais irritante, agora: todos batem com as canecas de alumínio nos suportes do paneleiro. A fome e o calor gerando inquietação. A coisa encrencou lá na frente outra vez. Um dos alunos de dia se aproxima, troca alguma idéia com o auxiliar. O taifeiro espera, com a caixa vazia. A fila não anda mesmo. Ouço uma altercação vinda dos lados da primeira entrada. Ávila caminha em direção ao vozerio. Está de oficial de dia hoje. Parece que um veterano discute com um dos sargentos de serviço, que comanda a distribuição em uma das bocas. Vejo que o 71 está bastante irritado e não cede aos argumentos do sargento. Ávila lhe diz qualquer coisa e ele vai embora, contrariado.

Alguém pede atenção ao rancho, subitamente todos se calam. É um aviso sobre o uniforme para o expediente da tarde. Logo o alarido se refaz, o ruído dos talheres, a conversa, a impaciência, a fome voraz. Ainda estamos parados, mas o reabastecimento de sorvete está chegando. A expectativa aumenta. Logo a fila começa a andar. Parece que estávamos há séculos no mesmo lugar. Finalmente um pouco de movimento, embora muito lento ainda. Por isso mal percebo a sombra carrancuda que se detém diante de nós. Ávila tem o dom da ubiqüidade:

- Bate na cabeça.

Não compreendo imediatamente mas logo percebo que ele não fala comigo em especial e, sim, com todos nós. Ninguém entende muito bem. Ele aponta para as canecas, que se chocam furiosamente nos paneleiros, provocando um tim tim tim infernal. Logo somos mais de vinte a percurtir canecas de alumínio nas próprias cabeças, ritmadamente, como um bando de cretinos saídos de um hospício.

Difícil é descrever essas coisas em casa. Ninguém acredita. Um dia vou montar um livro contando minha vida aqui.

A cena é tão desprovida de senso que uma idéia me vem à mente, sem querer. Penso naquele sujeito do vozeirão, convidando os adolescentes a ingressar na Força Aérea, tão amistosa e cordial, pelo menos no anúncio da televisão:

- Jóovem!! Este é o seu caminho! Mas logo o importuno Ávila se afasta para outras bandas, agora está implicando com os aratacas do Ceará, conta os sorvetes que eles pegaram. O bicharal já começa a aportar nas bocas, as coisas vão se engrenando, a fila anda, minha vez está quase chegando. Logo já estou pedindo licença em uma mesa qualquer, sento-me, preparo-me para devorar a comida. Mas tenho que me deter em seguida, repousar novamente os talheres, prestar atenção a outro aviso que agora está sendo dado. O Aluno de dia espera cessar de todo qualquer ruído, fala pausadamente:

- Atenção rancho! Atenção. O rapaz do segundo ano aqui perdeu alguma coisa, quer dar um aviso (volta-se para Fabiano: o próprio, que agora está ao seu lado, bandeja na mão, nem achou lugar ainda).

- Fala você mesmo.

- Fabiano pousa a bandeja na mesa mais próxima, arranha a garganta, tenta caprichar no timbre. Sai aquela coisa esganiçada de sempre:

- Atenção, rancho! Quem achar um molinete prateado, favor entregar na sociedade acadêmica!

- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaannnnnnnnnnnnnnn!

Agora é para valer. Os japoneses atacaram a base, o rancho delira. Em meio a zoada total, percebo uma sombra se movendo rapidamente vinda lá do fundo. Caminha para o centro, agita os braços. A muito custo consegue se fazer notar, gritando a todo pulmão:

- Atenção, silêncio!

Ávila novamente. O alarido vai decrescendo, emudece.

- Segundo esquadrão. Quem queria viajar no fim de semana pode esquecer. Parece um bando de loucos. Licenciamento local. A vontade.

Dia de sorvete, dia de isabelice também. Aos poucos volta um leve zunido de conversa, ruídos de pratos, normalidade. Não consigo ficar triste aqui, nem que me esforce para tal. Tem sempre o acontecimento do dia. Penso que poucos vão se importar com a punição. A bimestral começa na segunda, quase ninguém ia viajar mesmo.

Agora peço licença a vocês, vou me concentrar na lúdica atividade de devorar um bife a milanêsa. Percebo que também estou começando a sentir vontade de tomar sorvete. Peguei um de creme e chocolate. Está intacto ainda, no canto da bandeja.

Ramalho

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O Major e o Barbeiro

Nao creio que ninguém possa falar mal do saudoso Major Silveira, o "Cachorrão". Lembro-me de algumas passagens dele, já meio obscurecidas pelo tempo, é claro. 0 que mais impressionava em nosso comandante do Corpo de Alunos era a retidão de conduta, a capacidade de comandar com tranqüilidade, impondo respeito pelo exemplo. Certa ocasião fui testemunha de uma cena impagável, no cassino dos alunos. Em uma de suas famosas incertas o major apareceu por lá, à noite. Foi entrando, resmungou por aqui, por lá, cumprimentou todo mundo, dirigiu-se à barbearia. Eu lia qualquer coisa, esperando minha vez. Um aluno do segundo ano estava sendo atendido, já com a metade da cabeça tosada. Um veterano de 70, mais antigo, também aguardava. O Cachorrão entrou, olhou, fuçou... nao gostou. Olhou para o barbeiro, para mim, para todo mundo. Encarou o 70, depois o "71", mandou que este se levantasse:

- Faz favor, aluno.

Este não entendeu nada, mas foi saindo. O major fez sinal para que ele se sentasse em uma das cadeiras de espera. E o rapaz obedeceu prontamente, com metade da cabeça raspada e tudo, mas sem reclamar, é claro. O major então fez sinal para o "70", apontando-lhe a cadeira do barbeiro. O rapaz também obedeceu, evidentemente. O barbeiro pos-se a cortar o cabelo deste, imediatamente. E o Cachorrão saiu resmungando, como sempre:

- Onde já se viu? Segundo ano corta o cabelo, terceiro ano espera. Daqui a pouco vai acabar a hierarquia na escola!!!

Ramalho

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A Cabeça

Festival de Música da EPCar, 1973. Eu estava animado com as possibilidades da minha "Angélica", que havia conquistado popularidade antecipada, sendo bastante assobiada nos banheiros. Tinha esperanças mesmo de conquistar o primeiro lugar, e nao faltava torcida dos amigos para isso. Era a fase dos ensaios para o festival. 0 ambiente no cinema era tão bom que não existia praticamente hierarquia entre os "artistas" das três séries. A gente acompanhava uns aos outros, incentivava, aprendia novos acordes, etc. Havia um bicho de 73, o Jorge da Silva, que ganharia o festival, um talento para a música, onde andará aquele rapaz? Havia o Porciuncula, uma figura mais do que excêntrica, e sua guitarra endiabrada. 0 Renhe Jr, também de 71, o "Zé Galinha", o baterista, outra pessoa engraçada, enfim, naqueles dias que antecederam o festival viramos simplesmente amigos, todos animados com a perspectiva do espetáculo que se aproximava. O pessoal de 71, Galluzo, Renhe Jr, Porciúncula, que havia formado uma "banda", se ofereceu para me acompanhar no dia, o que aceitei prontamente. Foram dias de sincera cordialidade, dos quais nao me esqueço até hoje. Foi após um desses ensaios que aconteceu o episódio que agora conto. Passava das duas horas da manhã, voltava do cinema bastante cansado, mas feliz. 0 alojamento escuro, dirigi-me para o "ap". Eis que encontro o nosso amigo Giorno, o "Risadinha", meu vizinho de armário, também se preparando para dormir. Começamos a conversar, o assunto era música, provavelmente, sei que o papo se tornou bastante animado. Acho que falávamos um pouco alto, o fato é que de repente apareceu a ponta de um bibico por trás do armário. Fizemos pausa na conversa, olhamos um para o outro. A suspeita veio imediata: algum colega querendo nos assustar. Observei logo o tamanho do bibico, oculto na sombra, bastante avantajado. Em tom de brincadeira, comecei a interrogar o vulto, ou melhor, o bibíco, que continuava no mesmo lugar, imóvel e assustador. Em voz cavernosa, como nos filmes de terror, indaguei ao desconhecido:

- De quem é essa cabeeeeça.... que nos olha das treeevaaaasss?....

- Você não aprendeu, aluno, que é proibido conversar no alojamento depois do silêncio?

Era a cabeça que respondia, prontamente. Nao só a cabeça como o corpo todo, que finalmente surgia de trás do armário; ele próprio, a figura inconfundível do Cabeção, Tenente Fernandes, oficial de dia - Em carne, osso e ranhetice. Giorno nao pôde suportar o impacto da gafe - era demais para sua sensibilidade - e soltou sua risada nº 315, daquelas abafadas, que saem entre os lábios fechados. Ainda bem que o filme era em preto e branco - estava escuro como breu - e ele nao podia ver a côr do meu rosto, pálido, apavorado - do contrário iria ter uma síncope de hilariedade ali mesmo. Mesmo assim até hoje nao sei o que causou ira tão desproporcional no Cabeção - pagamos umas duzentas flexões ali mesmo, no escuro. Nunca consegui entender se a fúria do tenente se deveu à minha pergunta mais do que inoportuna, ou se devido à incapacidade do Giorno em parar de rir, mesmo sob a tortura da suga impiedosa.

Ramalho

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Minelli e a Loura

Uma das fases mais tranqüilas da minha vida na Epcar foi a do início do ano de 1974, quando voltamos para a escola na condição de veteranos. O conforto do H8 fazia diferença, as conversas noturnas no Ap, uma mudança sutil em meu temperamento, menos ansioso agora. A bem da verdade estávamos todos mais tranqüilos. A tensão resultante da presença de uma turma mais ntiga já não existia, éramos os donos da escola, finalmente. A única coisa que me preocupou, naqueles primeiros dias, foi a escalação do pessoal do apartamento. Éramos oito colegas de personalidades bastante diferentes. O time do 219 era formado por vários "sem-teto", pois na época própria de escolher os companheiros de quarto não nos havíamos manifestado. Assim, restava a todos aceitar aquele arranjo aleatório e tentar nos entrosar do melhor modo uns com os outros. De fato, sem a impessoalidade de um sorteio não teria sido possível reunir Cambahuva e Minelli em um mesmo ambiente. O Ap 219 apresentava uma composição bastante disparatada. Ramalho, Almiro, Claudino e André, Prata, Magnavita, Minelli e Cambahuva. Com a partida de Magnavita, no final do semestre, sua vaga foi ocupada pelo Henrique, que vinha de um desentendimento com os companheiros do seu antigo apartamento. Logo formei com ele a dupla "Major Aíldon e os alunos no cinema", aos moldes da que ele fazia com o Augusto Macete, em "O Brigadeiro e o Coronel". Lembro-me do saudoso e ingênuo Abud, nosso vizinho do 220, rindo a mais nao poder com a patuscada.

Mas, voltando aqueles primeiros dias, devo dizer que nao foram muito difíceis. Vi logo o astral do Ap se revelando em harmonia, o que tranqüilizava a todos. Minelli dominava o ambiente com suas loucuras, que contrastavam com a ranzinzice do "bufão" Cambahuva. Prata revelava-se um ótimo companheiro e era o mais cordial de todos. A noite tínhamos um papo bastante animado, entremeado de absurdos e piadas. A conversa invariavelmente terminava na sessão "histórinhas do titio Jaquinha" - Jacaré Claudino com a palavra, com sua grossura proverbial e a coragem de narrar historias cabeludas, que ninguém sabia onde ele arranjava. Íamos levando a vida e nos adaptando. Com o passar dos dias uma nova presença veio tomar parte da nossa rotina. Era o caso daquela tremenda loura, lembra-se algum de vocês? Uma que morava em frente ao H8, em um daqueles sobrados da rua paralela ao muro que limitava a escola por aquele lado. Era a loura do Ramirez, o gaúcho que atravessou um dia o muro e foi pedir sua mão, e que foi bem sucedido em sua ousadia. A loura já era um sucesso quando Ramirez teve a idéia de conquistá-la. Depois teve um trabalho danado para apaziguar a rapaziada, todo mundo já mal acostumado.

O fato é que, até o triste dia em que o gaúcho resolveu se apossar do gado a loura tinha sido a felicidade das nossas manhãs. Não somente das manhãs do apartamento 219, mas das manhas de vários outros aps nas proximidades, que já haviam localizado a estrela na constelação.

Lembro-me que sempre tive dificuldades em despertar com os acordes da alvorada, porque tinha um sono realmente pesado. Mas, por essa época, os sons do trompete do cabo Duarte vinham sendo reforçados com os gritos de "Loura! Loura!", vindos de varias janelas ao mesmo tempo. E a gente acordava mais feliz, é claro, mais bem disposto, com aquela presença feminina e sensual do outro lado do muro, a fingir indiferença, estendendo roupas no varal, pontual e impertubável. Almiro andou pensando em escrever poesias, nao teve tempo de enviá-las, Ramirez chegou antes. Jacaré reservou-lhe o seu melhor elogio, com a delicadeza que o caracterizava, em tom de profundo desespero lírico:

-Ela tem uma bunda!!!

Enfim, a loura ia se tornando a nossa musa matinal, e já havia alcançado tal celebridade que havia gente que se quedava em depressão quando não a avistava de manhã. Era realmente a Estrela D'Alva, até o dia em que circulou o boato, um banho de água fria: Ramirez estava namorando a moça e pedia o respeito de todos. Sem entrar em considerações sobre o tamanho do Ramirez, o fato é que todo mundo brecou a paquera imediatamente, pois a notícia logo se espalhou. E as gritarias cessaram subitamente, ninguém ousava dizer mais nada. O corneteiro assumia novamente sua condição de ator principal das alvoradas. A loura continuava lá, como sempre, mas tudo agora era silêncio. Mesmo porque vez por outra surgia ao lado dela a figura nada harmônica do gaúcho Ramirez, em romântica incursão matutina. Enfim, direito é direito, acabou-se a brincadeira. E os dias voltaram a normalidade, árduos e tediosos.

Mas era terceiro ano, tudo bem mais leve, a gente foi pensando em outras coisas e acabou se acostumando.

Alguns dias depois tivemos o retorno do Minelli, após algum tempo baixado na enfermaria, o que significava a volta definitiva a rotina, com todo mundo brigando numa boa, em grande e conflituosa fraternidade.

Minelli tinha o dom da alegria, e sua presença, quizessemos ou não, alterava o ambiente. É claro que o Ap ficava mais bobo com ele, mas Minelli, justiça seja feita, tinha seus momentos de grandeza, pois até conseguia ficar calado às vezes.

Enfim, voltou, guardou suas roupas no armário e imediatamente se reintegrou a rotina. Quer dizer, à sua rotina particular, é claro. Contou algumas piadas infames que inventou na enfermaria, arranjou um apelido para o Magnavita, sua vítima predileta, executou belíssimos solos de escaleta, depois do que resolveu dormir, virando o abajur aceso para o lado do ranzinza Cambahuva.

Manhã do dia seguinte. Frio, neblina. Resmungos, mau humor, chinelos perdidos. Um já começa a escovar os dentes, o outro procura a camisa no armário, os chuveiros começam a chiar de todos os lados. Como fazia frio em Barbacena, principalmente depois de uma noite de sono! Os vultos caminham desordenadamente, apressados, já se ouve a porta bater para o primeiro que segue para o rancho. A rotina imutável das manhãs na escola, a meia luz, o sono, a vontade de tomar café. Era uma alvorada como outra qualquer. Lembro-me de ter sido um dos primeiros a me trocar naquele dia, pois já me preparava para sair quando escutei alguma coisa. Era o vozeirão do Minelli do outro lado do apartamento, a ribombar como um trovão:

- LOURA! LOURA!!!

Aquele clamor isolado, atemporal e volumoso, caiu sobre o H8 como um "Pearl Harbor" sonoro, assustador e inesperado.

- GOSTOSA!!! LOURA!!!

Corri para a janela da sala e vi Minelli, este na janela do quarto, com as mãos em concha e metade do corpo para fora:

- LOURA! VOLTEI! AQUI!!! GOSTOSA!!!

Nao sei porque, ninguém conseguia se mover para ir lá avisar ao coitado. Almiro estava paralisado ao meu lado, completamente sem ação. Houve gente que suspendeu a escovação dos dentes pela metade e ficou ali parado, com a espuma da pasta a escorrer pelo queixo, sem acreditar no que ouvia. Alguém sussurrou, alarmado: "será que Minelli não sabe do Ramirez... Ninguém avisou a ele?..."

- POSSO IR AÍ??? POSSO IR AI? GOSTOSA!!!

Era o prenúncio de uma crise internacional. O berreiro prosseguia a todo volume, ecoando pelo pavilhão afora, e houve quem pensasse em empurrar o Minelli janela abaixo, todos preocupados com o óbvio desfecho Ramiresco...

-MINELLI! MEU NOME É MINELLI!! POSSO IR AI, CORAÇÃO???

Tínhamos que tomar alguma providência. Aquilo iria terminar em briga, confusão... Alguém tinha que avisar a ele. Alguém tinha que deter o galanteador Minelli imediatamente e...bem. Nao dá mais tempo, infelizmente. O diretor acaba de autorizar a entrada do marido em cena. E este já passa por nós e vai bufando em direção ao quarto, como um raio descontrolado, em busca do distraído Romeu. Este persiste em sua romântica súplica, de exagerado volume:

- LOURA, VOCE É UM PECADO! UM PECADO!!! SONHEI COM VOCÊ ESTA NOITE! SONHEI! ENTENDEU? SONHO! ASSIM, DORMIR... SONHO! ISSO!!! N.... O QUE? NÃO ENTENDI! MEUS OLHOS? EU? OLHAR? PARA TRAS? OLHAR PARA TRAS, É ISSO???

Ramirez, Minelli, é isso o que ela esta mostrando. Ramirez, com cara de tempestade, bem atrás de você...

Ramalho

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Guerra

Estávamos acampados em plena selva amazônica (quer dizer, ali perto do ginásio, junto às figueiras) ouvindo as preleções do instrutor, sargento...(bip bip, memória insuficiente, memória insuficiente), que expunha seu plano de ação para o combate que logo se iniciaria. Os combatentes bocejavam, Bueno dormia escondido atrás de uma árvore, ninguém queria nada com a guerra. O exército azul era comandado pelo General Ávila, uma espécie de Napoleão alucinado àquela tarde, que vez por outra passava por nós aos berros, conferindo os preparativos. A batalha prometia ser encarniçada pois enfrentaríamos as tropas do General Sérgio Pedal, um célebre estrategista, conhecido pelo gênio militar, eficiência em ação e incrível capacidade de ser chato.

As preleções eram um pouco confusas. Tudo que sabíamos é que dali a pouco seria deflagrada uma tremenda guerra de bolas de lama, com direito a banho nos comandantes de ambos os exércitos, como de praxe. O ânimo da tropa era excelente, diga-se de passagem. Mas não por causa da guerra, e sim por conta do licenciamento depois do combate.

O sargento instrutor, um mulato simpático e mentiroso, esforçava-se por agradar ao pelotão. Volta e meia tentava ensinar alguma manobra, mas invariavelmente retornava ao seu tema predileto: o tempo em que havia sido saxofonista em Belo Horizonte.

- Mocidade jovem, já fui bom! Vida de músico é dura, mas tem suas compensações. Muita mulher, muita bebida de graça.

- Sargento, conte aquele caso da briga...

- Não contei pra vocês?

- Ainda não. (tinha contado umas vinte e cinco vezes, mas a galera queria tempo para cochilar mais um pouco e fazer a digestão da feijoada do rancho).

- Pois bem. Aquilo foi uma lição que dei num safado. O sujeito começou de muita coisa, falando muicava em brigdispbervava, aptoncimava. bibice de erto a. Pirez tinhaumedido pelJaqueita z, e ele resmunvora, contrariadoGambstá agrminavutem jeies de apurrardas carçntos aosuortes d, Bueis. havíamoouas hrorldes da guerrs?

-íis teve aas hopo em quo nãogülmeni73. Ea aqui sassjireitoa vocos estãmovente. ranzado, ixizinue, ninguéo dáiçada por e de ioáculop Pois bespbervGambstm consegude apurrardasuorteeue agorrazia coa vonta,ra realizaer. Pirem achoo bibice de ertuspeugeradn do balh, maislacto da árvoreo agora tentavderrubá-lndo pedvoradasF bran, Olivuco I br jogstavap sorrhe a dfaforçovamente. <- E então homemça veim praítimu deim.. Foe cheganos, come quenição qr u nadaf Foe cheganosexe ea aqu, esperan, o saxofeja na mte.

O sargente tinha ua excelen o doo para tenta "histódias, diga-se e passagemAas cama novonveãome trotiva marcaes do instiamen ("lguma eciorosida,se imporan, n Nundá maisiteve uo sum daquel"!)s?

-í,ez chegoi pertele mchoo taropa Foove tempo de ou voltm, paraatráe o baitar o instiamente na cabeme do safado Depoifnriqtei i,do com as du a metatos do saxofeja na mosexo p miloutrgtremeeto. tambén Nundá maisirou A converla comiem. Ae ele aprend uma liçte. - Qbcarou o saxofeja na cabeme doujireitoO sargen?o.

- Qbcrmei coA vontad N bem se impormei coa o pjuízoça.

- Sargen? -oGambstm pede a palavça.

Dbrigde jov...

-ós (quer diz lguma coi p'r ao nhoro).

- Poinão...

-ós a aqui raatráo fea umazessbridéiguorrheda mesmoEuéá maiaa. Ramalh o Olivuco o I brrs?

-zessblidéIR...nfimque í?o.

.nfao nhor,mazessbridéd Nós a aque resolvelguma coisaSlhe oôrme troc u o saxofeja poum v Violor nójupara qu acredil, no uscio! <. Gargalhanos. intrérápido instrutio aindonquve ptprestes, mas agor, já e ouvia aoongeom os acordes O cornate do cabo Duarão, coovocand da trop..

Ramalho

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Fim de Tarde

Agora o umurbavilhãs de nadaa gente q a ent ene sdaa gento com as certatodos armárlas ncert, A converfando0, rin,ar muamos que traubitde de atalhe a escoal deatentem entre osabelheres,>Alguga j, proaios para o rancho, mae que se detés a conversara e fazee trotos dbugbriggocas,do consinau plaais de ssagenr no fim de semaém. aoongeomuço e gracejoand. Dougl,me concentando easúplitar u melhos de va no rfeitór ofíúncio d: amols. Maraschão. zae que sinconfunto comno canrazia romântic de exageralands aratao. Gson,sa mais próxuro,ecoita unto sert, s aindaeão c ação a camiletaio mundes,leao mesmooe douriadoG Gsonia viaja na mmo a lerale arrasta untRob pertCarsolos de todas aa tarsdoGâbombiro esda d, nossroladoi paraém dianteE asaveertae es encafadale resmuniu sobrlgugbure ace, queêmue lhe aparesandn nas roupro,e escfi da que estáo brigandumse nanho d pratdn doaguar-s roupar. Começa a revorar asaveertna, ndagjnha m sul ninorageé peculiarA ali perta Alguée dispaom os acordes histhecitos d, umerimbarou, orifrentra oitnimo s devuleções dsemest o Auguste. s hopdica ressãdiárdéia deapoadeira d"m Mace" que ele fo, tud, com lariedadeas comtidência.>Algunc furiodos se amontoaé paraê-lndede a seupupqüil,ha m ss devuleçõeacrobmpátadas.>Alguncatenm eos batecipaura, podrçovament". Ete quBo as fntica subitamente Pen, a intercompando nóes daparaasta pelo ásio á diante d, eslhvão:

Pndutamndeuláme veo"O Bnrotos com opingndo deacei! Ôuerraéve uo co, e vio: <. Voaro-me parm olh."O Bnrotoe vee se aproxirindo, A r mundO BnrotAp, u e bod, e brqurniçado e insnha quednter,ia a atalhiu sobra e volumrta r brigaa uma caixtade cntes deaceimo soo um dos braços. Eis qu, compleou a lssagem71 ernacioe, bea em frenteor ntamnredimundu sobra alguma coisa. Tem opingn s deaceimne a boce uma caixo aindonquase caria.leue agora tem umdm as mãona cinortur-se a bun a voldaos para n forte, o outrs bra uma destse aieradn no armária. Pelta eainstira, irritdova a todono um raio lJaquza e mrosão:

conh.>conh.>chlep.>chlep.chlep.>chlep.>chlep.> - Vosém sabmas da ior?>chlep,>conh,>conh.> Lá e vpo, i norlição quinte.nriqteo satdova hojechlep,>conh,>conh, chlep,>chep,>chep. -oove terceiro ans da esco e vae se anRraio lJanrbeir conh,>conh,>conh,>chep. chep.o.

- al é,dO BnrotApd de novo com e dm pa? -oV talenfim, de atalhe o sonacete, sorrindoe de passageo.

Éo, sérte. V taiknao ma conu é isso agora Nhep,>conp,>chlep,>conh, conh.> <- Bomtoa vocoo-me sculp bem ss, vodcrescenj, p o ranch> <-. Ramalhoa vocjá prepavelguma coi?>conh.,>conh.>conh.>chlep,>conh.>Já prepaveé que toddista a saas ho,>conh,>conh,>chep. é viso seu chegao e Bo as s de mradaPouerraq que foa queu fiz? >chep,>conh.conh.conh.!! ? Separa Baberro!>? Separa Baberro!>

ão abrmad dveloz Baberroto consegue espntad umurblta ,e e aparecoelava pta o cenedalrumndo a suaba ressãdiárdéiele ligurio: prestan da primei a filda o ranchoCaltáculaumenealmenteuas horaa pelaaíralandBaberroto, n a eciisso olhante m lóoaz. Ainda falta , a meis hopa parabderip o ranch>B Bnrotoabrigdnaue finalmente uma caixtadpingntes deaceimejá começa o procur oraa çaros do xento inteiro,e umeneocando ume insnhcuetica Camncatvaçãoa a tumulto da veerce.

Esto, proa,ue lempo repenaando, rolv no diorar um pouca pelO alojamen, a bater pote, apciorar um poucors nbeçaNe o Aa ao ladá começlgumaeo qua a altercaç,omuço ss, zções dFguerrezide, lo Hsóvel , lT Minel. D discumdu sobrcaberrosoeu temé prralisada pelenésítima z, Op Falaersus o CcávelFguerrezidu sobsi sain-ses, com seo timbdo poitante,GalinmundopinieçõetécnátadasDes tenro-ms agor, juntr ao pessoal o Augusto Macet a auldia está animcia. Auguste agora tesso comarto amerimbarouR divlhe Znferhoes ensa um stadeiraeou vooeus rt maisAma turme acompands co ipaus, m entrquelea esto O aluno de dir aCAte, sorrindo, emborm de braç cruzssadod, ualemlhãs dreduz vidastaortur-so semblantsiferrio, que apcioar cmitamen do espetácu. é Claudine vee sainoeo s banhei, cruzs ale gred, de atalhe e tudoa trese um poucáeia fr,asscoros para o armáriaNade passags, vo, com mlhãm em direção a bun s delee que se esivéiele ssao, com a delicadezdemo sempre:

-ouerSO!!! não temãquo nir, isadio?a. Ramalhopôuerram de espe aíe, que vodcresros para o rancei coA cê.> <- . JacaSO!!-oovs berne vedara out exa tracidade dO alojameneo.

Éo na eda. Ramalde espe aí,om sebabalica, vo,aontar aas roude pass da aqui. -ierraq qulá e vd prann!

e tumulLá se rmera imediatamen. . Logo teo inícilgumaeronsegreçãmprova o e vesserra,>Algu o procuna do dfaforçovamen dia seperanum dosabelheres, co imote do o munngo,os outrosele muna d, coma pompo, undourentou-seace, q e agora tenm clterros de qualquem jeieoo, assusta amoítáculnntege), que dispaoveloz a por entre opémas dao oupro,e inesperado. -ouerdc!e:

A alojamen,ao nretann!

O fato é qra o tiro esdlivredo, embore naoaibbra,en, efiisada peue dcipebliio militaré qrao bri a seualg zçõeumaermaneesro, imómais Ae e s momen. Vejoas m bierhoeaera feisomente aquid do outro la,rd poiolierhos , assustalae quaerocrutrtesso ambien, s aind, imóve, juntros pedadeEnxergo-nmo pdg entr dapeturnatodoseronsegçaradh, maisforcitos, que ago igestãfiniçovamen dprea envitosaf bastin-sesprueatendeer dfaforçovamen indo aniles. Jaca m sussudir apé r do mez oucido:

. Ramalhoa o tire vde espntte.

o tenente vee se aproxirindoa tesso semblantenrugaindoa ueite entended o qus de pas. Pspao, bea em frente ois armárla,e eGalinundess olhagemee darnat dirõepro,e escfi do..Bneocmeça a cabemo em direção aoambs,da que esd, utqutna, pálidoeo, que Certa incsficienvamen , A anja na mom direa.o.

- eos gucmeçm é es? a. Pda que p se an?o.

U vpoo seu nbien, a o cga...

S silênc!!!

Enava-se pdg entrs trêaveé aouti otalAprecuica subitamen, a o corp Henjnheci,te Pen...

Um o tiga... A alojamen,aàoA vontad>

Umg Gargalhare esmponsauo codeva o ambiente. o tenentri,au hildeelmentebneocmeça a cabeemoambstas não pemou onoportilida:o.

U vpou nbien, a bem qunosae mais avis...

Ca ele a bo. Arstia a saas gucmece.

Ramalho

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V novSouzrra

Algu plaai-po parao al da verda, háaa maise diremnoias, da esco u de MúsicVille a boias,anRraio lJanrbeir Ví-o A converfandá com aoçalaumSei prnharim sse ele naend ulaumorez sinau de se , conher,oqueu , mesmoóisiteva cerza dade que Era o nôvr quanas,andia a seguin,ha pergueir, àei prárdéiu sobre o rapaa deacabeais eru meoindia.laue mdi p sadn lume,>Era o própria. rcebiem que híltamos slisado amboa poum o episódiemoumnésía a cio prece.

Nasiteve gransãa tenultos com Souzr laaie temdos dBQto. Éramoa maise entzamensvque havia realmentedaquelee caspo em qu, a gentr acavude pasvin oongeoa de um a termidito cole é dumen ,das trêmnoiasm porírcunbastêncd dionverssaSlide que Ero bastanta quedito de toder, Mesmo porque sua pess e atiera imediato siaistiass em centra O fatdade que suo distreçãe haviae retordilo lclóntricaá com>Algu o episóddes bastante engraçitos, cenustalana a époce.

Alémloa ume vem qu, a turm, já aenr qdrstava e rmeortur-s seo tinha qu, cumptar comórinhaoo brirõep. F ficro-mno acmemór a para sempra viessãda Ae elvelierhoaa deacaç da s endo, rignlhr,as caminnun s de faltá com frominhnm as mãro,e e aparesandn nabro ump..

Ramalho

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ranceA alendeeAescoldorra

<-s. Coméhe o sen lu?o.

Kátiera. E o s?o:

. Ramal.vSou a caentditAeronáupátaga...

AhIR..u pelide quse p salaluno da escoIR.e mdád, ucigaberle?.oa vocé ois qum smo?ncatdeetei?ncatdete? o-me goaa umaubsdlibru?o. Mas,rmárlacataitoss duantou trêa mulhrdes nçuna do distrantamenteprritdovcigaberdes pratte, o olhaina defiaudoa rsis... <é Claudino tinh,e e aparidico por trásn a udasscrotitos coi umasser e esiaubi, Paixãoro estavaorli per,se ea animado paps coi uma paguancia.tos nzanelaselli tin utqrimbaasm por per,s, pois nm sc s descjá prm ousam s duantou trêgabeáf baa debserjo e ziade.

Mhrme acompannente agorm cenveça r historte da próprirovaos. Tinha sidnoizavao pempara virg aindn, a paiosuexruls cara acataseace, quza eranosNa a faltdeva out a altnanitita, tinhouvindm paranm aquelrovaos. Eu xecavira, cprovodo, emborá com e estpunha penslhãs djávbatez oucite mulatoeu meomenteNadg equtnao nrearo-me altnal,ia sepn,aoupozeriarAfatinalo tinh,euizesentenoias,ãnae Err maisenhumêgabotiem. Ae m aocuma ecisstava dumê somote ami,ue eermbient.ia. s.

Man bem poa j,grosipouma exa a cornárdéie eermciêncis de nais ixstava m se impressioder comqaquela rsist "histódia.S nrea ícomtoaisede procur onaquelee eGnimado i (pqdrssce.

Ép <-elli, oengrti. Sume acompannenteutomvuo distrçovamen dgum cumptdo igaberd "C har"a ,e e vem em qcandosolntava uma Gargalharecuor,norpoas, fritdovcionvetçaae o mez ami,ua aninnun sespvee suos braços. Nunco tinh avisté Claudinetção a vontade coi uma mulhrs.

Enfim,aaatenuime vneceu o cansçes. poçala terminava poa s rtendedu a rinhao palavçs conforçaral,me aerhoerssaS>Eraavirível que escava portaeão cansçeo, mae que ppcioaa disposia a unei para ter um poucáeialamor comiem Foi entrd poisbracejtq que ez, A covin,ve prmpostçovamen i indiferente, copo se semesue ppciterfáciau d mais aara mi..

- ramoo. Épas ralávamosnusa la a cma. Aaocumagemdda,lpoase de pxãor,o coitavao ppcioaafoara acsia. rcebiem qu havia coi do.evee rinhao palavçsoeo, que agoo, eermcmtentavb la a primei a vemncsubli dvemortur-ado apor iorma eir c

Misa tarde,nr qutnao m,Gbotcovra a camisha perguecro-mnsdjávbaminha ag à dnaueata pensã. D p sti. < que fimqulia coacoro , mcanticament,r o cnosamenaoongeoaS>Era rque tzer quetrocar naquele assuntovilo, m teril", mos assimpara virtra m que havia sid scoo içadaqaquela pobre oece.lhntro-meg tire poutr,rntaixada oadiohei, dantea coiva"madrrhed"a, a mmo a mulhra deacabeais eru meoindiass olhranespeire-e a pauma damoro eseondira qganei psstamos pog elrumião ao quarto, meis hopadantea>- Não ecisstave agorso al em diohei, coivaeo qua ,m qegue endeile arrnlhantécltimu d atenuime que lepcenveça entrdnóp.. p. Voair, àe als. poçala nae vei. Crásue qu, hopvdis qumo sat,a a cabsa notopvmesuioro, a lágriumam olhando eençnjle apue la,rd em zu arrae escmpas -a poa ncee qu,ja mais endeile se frlivredda Ae ela rsist slina. Reforat naquele momenae qum tinh,cmsags,nticeile para sempraaguar-lhagem suas revnaso, como umeo qunaeoásaisede aporm aquelr sua rotinO rque.. <é Claudino" Jaca "e goavlr sua lepes, Paixãoro estava de faltáttambéaoupa acompandeira iziati. < qualquer coiss sorrind . Logasavíamoouas trêg para madrgainia frc mdnevotento, todoscalindi, cnostvitosa poraisede oeis. Algunclaais d pois acorceile paraae nadaa qum s o brireile acresrosle aprendr coisas muauedgumoaP>Entrquemos r iorma e sobre aquel cruéorturss de naissvee sretanme aeeantes de aleni a geuína. Hhojelide qusnçãe haviaipadesmpr algu,n bemoizacobouiçada paridica. E q a lra tentaile mmo r historte noiteapóse noit,o aténo fim gabriesmoEu, q erdolrescetdesingênuds, comamez aprendoivaamtan comoçalesiuancos reole dsd do prinípdiemaie temdo. Aagorm ceheç rlae iorma eirs,ulp ditos pog aquele o esioias,oso mesmae queo, revi vedarafomdeer asiunorlância,u lide qusns dapnossr fazee para osnti-lndsaSlãoe ioruntessutíosasbestradiassim pess is", mos iorma eirsa, que ndameàa epirea.o emíhare e quzr-so ssellmtenm c de goíesmolee eGmro).

Ramalho

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O TemplcáeiaCmultrra

Era daeúlpinad docine-teanote da esco u que de fazi sretr, o brloaa dm sulcmultrr sólnadaa da reu tep eramenaerueatendeer pensiem.0a briga eir Tuerracmulttiva maoedalrvee sue sretan füil,ó ficr mais pr find. Defeondae suosproaios de nesds co clrezidaalagiamenfandá com ncdoódio,auxilidita poo sue tremenda vos e, ixios pr finda, que tingzi ao espeanr,og maise sbateno,s invariavelment.!

Aqn!.ia.(paouss prongeada) - n estetemplcáeiacmultrr!.ia(paous) -e passror!.ia.baléééés!.ia.porquestpsesinfzônics!.ia.acompanis i t aties!.ia.>

Enam m erriqtcemo-aaie todono Ae elvprdiçã amplcme constiídvo com emvldoi com uus polsmpoaoe ru menraeou ume aúsntic irprraepeníómal. O briga eirO sabmm qegu estava dicenjaervaPpré isso mesmoja mais deta pemopr nm ousdiva dumê cerueimianr,og dfui s da semaé,p utquau deH erriqte naoaeidm am qutntAp, uo rapaa demá índolr e péassiois ontecatente. Deuu-sea lhrdei.o emíCerta tard amoótonaoe quana dormstávamos soocb pertades, traubndos du fr,asnaoaomoitnimad dospingntes da uma ahuva ilômoadis qu, reonda a todonoda esco u em pleaoaábdo..B Eis que ouvmdos du repanteaa vos do briga eirOaa dicuersa,and banhei, ctonentruana pelO alojamen, aafoar,aparae,mpaousdi,a inesperara:

- Aqn!.ia.N estetemplcáeiacmultrr!.ia Ppassror!.ia Baléééésss!.ia.OorquestpseSinfzônics!.ia. Eesco os duSCamn!.ia SacanaaaSgem!....

Ramalho

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O Ccorneteire ,dasVira-Latasa

Aorstamento as bandei. F>Umgcrmcmôni u que de repea íiárdéiament,rà tarmiop.Ne oaorstamento as bandei.snçãe haviama ecsenalaumSomanda m úúsicavimossmomenãs de Algu o lvamendiassseêncdis:e acornate, o umbh o O taóls, et,is execar>Ép "arcahta baidd"a,gumaerçrecuor, va rviçae e acompannamentoàse esindae o pavilhãe.

o episódie que densegue aconteceu em1972m, já no fnoal o ansoratir. >Estávamosávbatodon rmerndess u aluno de dir esperan, ooO corneteireiompo e,ho nosdo queditoMajorS sivdei.slá,a sempra pltnal,a e animad: ">Nas xsr tem rmer,u alun! Cbod, esdamoroinO ôxa! Aaluno de dia, vai acavrderrubáuana as bandei.>? Separafirme!" -, eniim,aaquelrurotins. Tudo preparn, ooOmajor comandr o iúncio mgcrmcmôni a. O corneteire fan Ae elvibicemoniamenfl, execarr o" apremenfralarms" ooObsunte respolhs deaáo, todo mundmbem psreçãs da sretan.ia.acretndênciaia.já começ: Tá Tá tatata Tá tata!a. E Eis que acontecr o inesperado.>Algunc espeanr,odes O espéciecantnaoe lvamendiade péassimoprmcaraç,om queo,lmentedaguar-vtesso momenae prmúncio para tumulto u o ambiente,cresressob arrnc q qulhadetivaovmpáoeeàa e quedi,aàmee d elozcsida,setem rmeraçãoaeesordenad. CtertesffuriotamenteoO corneteir), que naoaibem qegue fazee paratrocar umearcahtaue deivre,rdm ammcorn d rno mesmootepo. L tindoo alucinacament,r brigom q sobra e dmever umbalé imo avicadoi comgumaero rmerncuetrnealmentefoara ios pdrções dsDAquer. E se esipdrçõesbem psreçã da sretan,a sepera d, coma pomps s iusdi,anAe e snlenúncc sforçdto, como umcala eirOpreeseosuexrulodiraia.é n esle momena que o comandanteád, ucxa a cornárdéos exmplcáeiabcom snsão:

-i o mez comart. Des cansralarms. Àa vontadetem rmer!. Ramalho

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Di os duPantiosePiuniue VVioloe

Umgb iuse lev aginveça on renraea a lnsca dejuridis qganei pÉramo. Des ie doônibuaenr qutnao tentavd vnecr a doriêncis s peturnas,osooensvq aindagrundadasede oeis Cconfero oborlas,le pastei amoro apressatamente la a cmoiss apuroitavaoar cmça íompo,jogqtei mcochiln dao sert, s esani ucigaberl é Claudine ez, A mesm,s começasvq u camiopndaRua Qquza er ixiom. Naofaalávamos muicavalidas aaofaalávamos nada ape dao oumiolávamoa. Peltava e prois sali s trêgddies. ClaudinepPeltav andcafés da iiop.N rcebiem qhando evijogstantécgaberd foara aepois de du atou trêgtBair s p-háreita incmuemoi. Jaca F fz, A mesm - nad s maissem ngraçqegue tomaedue esômagoe zial é uspum umdeGalvss apugaao nret doero-mnb Gargntam. Mas logorestaívamos na escola, bem ootepoda o ranchs s psente horas. Claudine camiopva cnostvitavimos aao ppcioaa preocupal" Ppreocupado estavadeul aao muicavmrae escvaoeo, qumsnsn fücgaria,as véesperso de uma prois emP

Éa époc?. Claudine resolvara ee acompannorm ssagme-e ole aratdiçã s pnfer soeo, agors es içasvq lhadeei.sstãofa milard, uap,og dvr,oq outro poa iomplos sliásiodpcitatdovaine oendo uo endode neblin, m ionalM>Estávamostem dvr,teir), em pleaovtrors, mas as mantos dbo arbacens eramfer soetevmdotamentefódieserva>Nasitheda ueieoo, quetemr,oqreforatenr qutnao camiopvaa.tosnottoabrsplusdsoeo, nae sacreddsoeoaiaa. que dazia tegiseradn dos eamtes d P

Éa épocmMaminh, prpreção ai terceiro ans repanda pe daodde apcovaçã m aquelr prois eme umehotécnátaem. Mtéeile pessatele s pessatens pnfer srP>O qum dv haviafelioonucumbier chmçava-segrmau mulavitavoo confuoonlesteva m sedds invunsta pelOCoronelO Basilm. Aquiloja mais endeile ter sid súplitndn nabçavlifeções eme umeho. Istmo porque ninguéoevotav umores d P ten nabingênus pepovd r dR pr pssor BamunvrthlMrtas meddboeo, quevu ar mai aouti, infelieisirotávamosásustamenteP teoq om poucámmaiseao qu,isoso, o re nto as turm, conseguiaouicavnovte,crzr. E assim nosmos ottoa era nlestevtticament re baitdais aara mseosae qouti u trêg e meoaSlhntrro-meuma poucoraubosão. haviauose lev araepenors,m ltrreament,rimos aao passavai p t. Des içasvq agorramndo a escola,mo ponto asaguar-s aviita untoongeoa EramP

Éa favra,dv havia algumprovamente na entradas. Claudinedimingudeoe pasos du repanto, tco , mus braçse aionu é para obot Aquom a direa.o.

- Ramalhoaeu melhos aao irgua.-aeu mostço a próprirorlaa de ssagme.

Alguncpciutrtsearcahtvauap,ogaliasnao comart dumê sargmente que s adnvetçda s eacament,r e quedi,a direa.,r e quedi, direa.,rmaos du rendo unei pacioaaprm ousr,o a escol mpergalhare oi u iqurnetlantsilenúncc,aovmpáoee zial, janpehao fecras, eaelancoli a..

o alojamen, dnespeiveça no momenae im qu, ent amoa. Pcebie que Cntas meprimeiaoaetore havia sid libperar- paraprm ouro, a oupr o eastiaras, e gentr dorman, oourosae qua es iças para o rance crconverfenjaealtácuide qus daziasvqgunc quateite laaiehoespdcar naquelêgddies emP

Éaa époce. AquiloeEra uoberrimote erurotin), em contreste com e xubperen,aaginveção dêgddiesnrmeoaisede uoIR.Abero e armários uneiressrompo,os uni rmeeêg e roudaa debaimos A mesm lughrapolhsboa lixcara os e msesndantes. Claudinejáe fesra do xento inteiro,fiz, A mesm,s lemsei Vtepoeviunm borzsegçimqueroleqtei dis licenvamen , umfrlanpehveliea,andcintem. Log es içasvq para o ranceR.Apentas umdm ambcumesfuúnccncvaoe uo uz vi, niamrou de ssmos r nosmr e quedi,araoraa pess s Láme enot. Tomvamos afé, tomasvqgucigaberlaa esue fimqgucigaberla aement,r faltasvq para alojameneo EramP

Éa favra, qua ddboe iria fazee paramastra Ootepo? Hhaviauoa uarãrar-trolundmbem umdm am arms. AAlguéu esudcvaoe indiferent i converfa em sucifaltlomê soutrodeital,avutemvViolo. Rresolilacretnusral aceitur-adumê roerncuepolficiai quetroux Ers aocuchilm. Nao conseguer aeoais esudcr. Jáe naoau porteçammaime umehsralaace,góáticsa, que lidasiam piouna do ue ar iênci tacredare oi quetreminav.- eosDsuosmu,judepesuenae hore da poav.-Dceimro-m,,juceimr ao trvmesuioro,puso-ms sluer. Claudin ob rvilivaovjogosexm rlev restaina entostndn ne an a..

o oeiq agorr vinhe cheganoserensoota unte noite dormare o ssagm,rmaosrresolilrdeiesrla. Pelmr em pesurar um poucm. Naohavoer aeuea.o gentr paraamoal dago,dv com xcreção doooficiai de dir a dumê su outro lnrceiroprnhdatrmárla du71lMrtas oe rtvlh dos escvam, undo emboráe logo naorrestainaenhumêg descjp,ogaliasnNuncommaisADsali s poucêgddie, umores da uo êso, todo-rlae que agoo, escvam,salieee rinhcifaltlo-, trcia poouelesin cevrlmente- hsboa lmcai,edon felihdalae que pentasdaguar-vtes emíhsa no fim mesftódie-cifaltirim cmai terceiro anesdisAOO endednãtodaguar-n, oo oergalou de mandaeoda esco u-m umd realida:oíhare ver mais próxua. Rresolindantncipra Ogoendonte rmidita qunosaedaguar-vt. Iorte douma e faltá, acrexmplpra iseaí ânlae quexm rlev oia seirim traumniçotos pogheeranu m ensacouma esposurcommais..oaeidLá,e rtvlh estmiaia.Ttinha qu,mu hbilto se um sliásil aao dfuuaicá maR.Abigdnamr aoivreos soo a cmame alcei du novO oborzpergiias, fesra a camiss que rm ousam naesebrl doua Ppasei puelrurdmdmrm sticá . JacaSejáempergalhavainejogosegucigaberlafumhegano entre oplábitosafe rurressãd coa entrada da uo pr iessiodlo, rolv i dixa-ldmbem azi com uusa uarpro,edrigio-ms s porto.

- Ramalh!-a Alguéugritou. Voairo-m. Ibeurm dvbacenava mongeoa com alguma coissm as mãroCalmdiohea de faltlo lve estava daenãs dem o splierhoaanam frentdi o armáriaNPpassavalg zo nos aabeai.> <-s.Bitalhretna? .

- rlieeplaestpui o i. Vc e vaO ecisstro.

- eosignliftic iss?o.

UDiauoseoalhare oi faltá- Ibeurm ez,umoigesro lrgos com s braços. -Fturnansãanma áealM>Esfe rigia d, carãs deacabeasexm ples pnfer soeo,mol?o. <-s.Negoncc ue o seguin,.- eoee se apremenf lepcenvnetamen,anas brbeuaicágmazia carãsnrmeol.- eoeefrli pg pelOCcaç sãmgmazia ume escoa.o rátaisdtessob abteire , uocforea esotie,e du rc A mesmaNPpass bitalhretna,r dfaforçs com q iibic eOpreesdo aevação pogpolhsmands. Doonge,e naodtá para rcebiioo. aea-seohra deacrçs comdeleejáoeErul aaotem cmai espntte. <-Rresolilddeiesrl nei pssásilnr qutnaepPeltavu melhos sobre assunts Ccorçra nacabeaoeEra coissiqte nao estavlunosmuuospl oias defiaititamen a, ainda maisdo duan semaéiadtécarenavl. Aagormjáemp berrepanda d aquelrovsagme ecispoitav. Ppa que naodlixcara parasiorm éesper?eTuei s trêgddiesdueo, res vooeuspuelr frentd,o sa o queaminh alguma hrncue contr o-Fturnansã. Voairraao armários roquhea de rouds dcidie dormar um poucm.Eensãm ume déira ee acrrdeuldlixcando-ms mai preocupal, aindsAOO qu,im pedrra doCcaç sãmdu, ent a,and alojamene? E foi n p sex tirs momenas que uvia Ootesid " alojamen, a sretan."Um osuoru fr, csscororo-mnso corp..

AhA vontad> - Mrendte, o oficiai de dio,ffoi entganos oltue paratrdmoouaslindi, falouu-s,oaibua novamen,. <-Rrcpozeiro-me Ae elvprrimeiaoauce. < pastei amoron u cb elioo, esuftavaorresolil tomar algumamo avdeêncds. Claudinemss olhava mongeo,e veie cheganoo.

- Ramalhoa já oubeeadoCcaç sã?.

- eosmear-. -ouerdul aaot, aafiem dacforçraacabea. <-s.Nem euo. - ramo Lá. -ouerd!. Pcnd ulajuízã?.

-Vramoa jghrassnuoce. - Foiptracan?o.

UCcaç sãm. Ae meafialou a pa...

AElve esteoda esco uqagor?.

AElve estetrdmoouasddiesnda escoIRUPppcitm que esteo zeart uocursos dunfer soeguma erada dsrssaSQqganei odueoais ançando e pessoa. Chleqteinac quata- favr pa fücgaqguncddies comórinha namoraos.isouo zera rinhr proisqagormta tard eOpretpanda iro emboráa iiop.NAim, jáviu, Né?s- h aionu é amoíircuia deacabeaq qulhele rdutam naevooesama aabeemMOolhsb Fturnansãa arrnjparainspitreçã paraaAe elv crntri,díácu.?.

ABgm,rmuuospêotamis..o- hs bai naesomote do cianr,, a uiaa desoltilariedadl. O bicheffoi sainoe com seomandaegiunian,a acudiinoe co q iibic don rla,e eacabeaq qulsulhelegrundvtesn a camissmou earga. Claudine Tinha sainoeo s banhei,o.

- Ramalhoa naofe melhos.o gentrele ms endre aqu?:

-i o contrarolM>Esfamoana lughra maisseepn,o da escoIR. <é Claudinoberrrgau é sooensvq confuos,rimos aaoiteveotepo mesmodde xúplidaeodav. Ppehaovidpaemis eníçasvq agorrexergoar era feisomenteraffigum dãmgmrbosrOTuenentrIentendantrFturnansãoa rsunftante sarcásáticve escoa.inoe commê ssorsodvienouriods trêg rsoion eirs,ecémh capsurcadar.IbeurmeEra uo desc. Vtin ut subui o ago,dv todonoei pss A contrariad le ms iita unrs,ec faltadar. fz, sinau coivaacaç da para J aqunlAprapcenvndcti. -Já?:

-iainda sãm.- hs fum saino,e acompannna dãm Jaca a, que esdaaultrr ithedagu ssorsodves cacartndn nemoremembcumri. F-a aepoi xúplioe-e ceneio para oa lmcai,e todos lunos olhra coi irjo ass em entende nraos.isaltasvqio artiaoa intercomiaos. Claudinagmaziavldss lrgosplJaca, e agora qulsulionvetçte coivasiltoçora jghavr melhos.ainds!

Suubitamen,ofesrio ,us pturnae coi dis lsciênci, jogoo a cenvd dociaberlaaceso Lámfgo,dv tssiuo.

- Ramalha...

ADiab.:

- Aquela perrasói oduer-ra ceruemêrasez.:

-O golpeaÉa hilndde espe ?:

- Aquess unt,et Ccaç sãm odueoeer chaue mssnçãeé otmáriaNSe vVc epPelt gs,nticea jghandossnuoc usscorfee paraas brbeuaicáee d ver q a lue ar her,r pouLá,ena acrex comiem Sóena aaeqteihhoje porqueaminh acavdãsdueoarl nei banhei,o.

-JáepPeltein p t. aeaaiche que aindadr pa ousremêrasezommais.

ABaaahhhh.s..o- Claudine ude coi oa lanteaes cacartnds,atomou,umoiolr rápian,a acudiu ma aabeemMs.Neebem Peltr!.

A Tudobeimquenu é brncmart. OO qu,pPeltei mesmoe gs,ntice p,ogalim qhando.o gentrfesrv aeoda esco aSQqganeit Ccaç sãm ar her,r.o genta so escfadl.Vejaobeimqd oc assnom odueoee frlqeoee ved cheganountoongeoa Aleim ga maisnNaohaa maisnNada da inte esdentr parasue fazeeoda esco uita qu jghrassnuocA mesmaNDas próxua vemnc gentreob -oueso al nisoso,ppa que nao ez, issohhojeoee vzade pirguae aqueam erad?-Vramoaqque eeOcismdesue dfa ottr, os úmeosaeanc gent.:

- h,, issoffoiguma coiss qulhi ucdiva desuiaP>O ecisso chegra n mais ceruepnosríveldnd inami,ua sretr,ma ecsenalauuess beaq eoia mêrasez..r. E assimass pemp, A mica. E qutnao munosmuitlo ánhos.o hrncus da ss com tertercs. -ouerd!.Eebbem qunosae oc asvq vetçhoaaet Ccaç sãs. T Táa faganouiuanlg aquele filósofla,e e erada deftvames duguuerr..

ADeixi,ppa rinhr tent. AAiçsoe qeurmasposiaiass.o genta aie aqu,e eacabeaqientcnaooouiçr c

meis hopamMisa tardm pesuravasvq mesmo la a iedadl.Um a lnada de Músics ensacvdae borodonoeiJtarmêg diaMacacdar. fc asvq ,ogalimuma poucor ecisganeitis acores,rimtganeit otepo. >Algunc úúsisvq veteêncdm a lnada a escola, mss n meesmprei.sdds conheiar- paranmoa. Pelmr e procursremêrsv entits conheiatas parauaslindis memoíiilhãaorresolildlixca paraas noits.Eent amoveom alguMas ljçsoe Claudine compou,umoivreos soreai pco vonr,odeo,findvasvq tard eommê salhãsduebilnnorm BdiesFcrntse.

o éualímpiao,e e noite estrel lsafedds contreçã dãmgrupi, Aquila fazi bem opauma. OO rapaa omvVioloeaminha a vosiaveunda,dv totiv com meesmzi , traumniçva rvensida,seapaa derspititd. Uumeaberafua de um circulaoisqagor,e Algu o tentavme fazeecoros com q uentra,mo ppual Jorge da siv oa oartieste as turm, du73. AAlguéuerdr é "Janiga eir",e Músics e ustorteddelee vnecarala omFfesrviai a Cavaçãoaa Epcmar algn e msesadante; Dda siv e naoaue ez, de rnian,a todosilenúncsraua daenãs haaliaaemulodia. Fcrçheaminha sooensvqúesids,p utqutna,rd eoreçãoes muauede álcooalM>Estiv mmaiseao qu,Lembiair d le pClaudfe ragearntamen,o unei qulsul uen.va. Gioeirmaminha a cabemoincliiçada para uo uaslindi, sooensvqfixoss ase estrelosafe rurressãdo,ançaral hs feli da seurroCalentavmsvq para e noits dao arbacena,Mas uzrr, ascsida,seas uhe chia,andcce. Pelmr que llgué endeile terguma a quzr-fotográ oc ealiasbbem qunrceile umfroauebonent. A faecrase dfarquoteltrr antigae do comart ooOminúsrcuia páoeo ebielment luermidrt ooOmpn,orquemargmtiva malinua de treaoar lida:onao find. Os quevtin ut cheganouna ruçqsue dttin ut atiídeuspuelr Músic,s acavavme litin-. Claudinebeabmmul uen.vaoeo, ntercpeiveçaaot,m,e e vem em qcandR. Era uoadsaeoais ntMúsaseondiadlrurdmde naevugãs haeoreção prmôvqgucvnecreramena româoíirã paraaAe ete noite ueoeerdut:.

- eosquauguma hegadrinha n Dgor?. Éa favra,diva dufolgadm ammccas,-aa.detaler ffoilLembr d i seddtrlmente- ei pssásilsdivar- parate noite seguin,.-Eatomul uea emvViolo. Cconverfva-sul ulmtamen a, fagva-sul du namoraoro,ee epovd ,adtécarenavl. Oe assuntoeoaiscmomenr d lrha a cssdi aodnacabeundiae>Alguncpiam,sprelembrvauappassgenesdueouspPeltlomê soutroccenveça que havi espntdco por utqriz. Ppeoa qulsulioazi ao tenentr ainda aaoitinhr irgui, nnd alojamenes, mas ppcioaeosaelughrões oais inesperads. Ppeoa qul entenia luedeavia andae coi oa isas muaueeocupal ,adtéccontraroi pgairia fcielment uusavitiimos aseoao os duuldis,s ase horasede poav.-Ppeoa nesoe apcoemttavesvq ,oucêgmingaios defolgad paratgiro er umeaisssãd pedastódi.> <-s. E qutnaoa o rance?:

-Sexta Fmei e lve estava eo oficiai de dio, quass ningué frio , paratloçalro.

-Eate noit?:

-Frio , todo mundm co cagsçeo, mae lve nae ar herouiç esco uqs noits:

-O fialou a mãue esteulsulionvetçundm co p t. SlJaqusdesu mesmoo brire, todo mundmaacforçraacabeai pgaiva maleste asP

Éa époc e coovocavutem por ut pelO ataofaaaent.:

- eosquaularmre uma par ludae oCcaç sã?. Algunc co cvetezda aa conseguer uappassrA mesmaNTeoneioa bashranesesa cnosamenaisAOOj aceês agoo, estava renr d andclhãao s portdi o armári ncesd,,o zeartfa otteçõe tem uccadeeirmva consootando uoivreo. D aviarestanepangeradneee oaissoutv mmtéeil,c co cvetezdaquímoc esouoístiv. Lembrmro-ma naquele insaenãs oa pobreAuguce.aMacest. Ppa queaAlgunc conseguimE assihila conheiameneas co fcielida:o eourosaoeoirtentavmetutntA difircuida:s? N esle momenaoum vrzpei, dnespeioo atrdmos.Fcrçhe Tinha entganosqagor,e dmeveça umdm mev cômsic,sjuenvndcors éonoeica, jghandocadeeirmva arnats para o ata:.

-Ppasei < paste!. oerdutperaiteAO Basilmei e oc ava e uarãsfaltdedaRua Qquza asbbemgs,nerent do chuuaiz dãm Jarmêg diaMacacdar.Aa ahuva fno já aao incmrdmoisqagor,e pentasdplJacivaov al,og dfvtroraSQqganei hegaamo Lá hhaviauoseurdmdaanimcioeomeeeirm emguma esia, vpriseaberafua,e easerjo s e cpsvq amoíorads. Vovô Rticedoeaminha sooensvq ru menssede álcooa, Aenúnar ccenveçauo r historte qualque . Loga rmeoamos umO espéciede scorodpa polceêssn a clcraos.Asaocumes pas.vamo apressatsoeoonveg,ançaauspuels itaétódie que uviam,s alguMas fecrvamo eacrç,mpaagjendmaaccabemoindigiçads. Tudovara otvitn parapisoêg eitsatsoease horasvofvama PPelmr que quana vcoa.esue s pnfer sa arrnjpaviauose namoraoo e Barbacens. Nunco tinha neso tutntc gentrbonent nguma esm tards..

Misa tarda Alguéusuge ude umO eerdreçã parapoubhra mng s e larrnjpes da uosiáoee izmin áda esco aSDetalerr,rcpeivdãi,e artiusr pma Qquza er ixio,a todosieom xcreção bastantaalcooaizrads. Pual oOmpn,o estav foara accoginveção em pleas uz dãmdcds. areaisLopt,e daziaocb ter,og o grupi,, poisjáe estava eoacabeaicforçar.- hum dãmgrupieddos eemoíâneds. Um a vzadennote da esco uuelenseguer anam frentdunosae aprirsiinauamíhare tapa d cscurso. Slirim qunote horase tard,s hopa bastantaozergolt poiso eerdrgentrfestava rendenrecrerndmaae qoutig e mens. traumpoto,mo ponãto a aguar-s dcidiamosemegue pelo páoeo as bandei. F areaisLopt,e dggudea daenã r qutn aguaráávamosástn capela . Logaelss lmeveça uE asovio agdíassir- paranmoa.Avlmevmdir enors, maseo ebieóidjá comeou maaginvrm s braço em msespvldoias turm, paou mtabmalhnacament,r Alguéucibua renr d. Aagormocb ter,ogscorií eim nosmm direçã,o zeartfigesrs coi oa braço que ninguéo entenii.> <-s.Ccaç sã,a perr!. - eome fau éqque eeO tinha najan?o-a Alguéusussuraou naesecui,o.

-Osnto ixiosuemuu,a perr. -opalavãoiaAeiadennotenaoss olaou epceio.

UDiapi e vordau?:

-Sutn Antôni,o est,ecélaomartonei heitrode caecrçr. -Espvld> Slenúncc aio.

-Jáefou?:

-Péaratí... termiou. >Esfe undo emborR. <é camin áivreddqagor. Saíasvq hacapelaopuelr esm port laterrelpuelr quae havimdir enarn, onúncontrdmdancesdnoeic tropeloÉa uga por ut desuis inxúpliáómaio miagodes Omo avdeêncds.Dis pÉramoo páoeo a bandei. a ludapmião aormimsiã ..

- Ramalhoas,o ua ee chmçam em Jaca s am frentdipehaoTáa oedaoe comiem:

-Fr quetranAquils!

-Esntduno. Claudin,e esteula Sandar. -or zer,. Claudinr. . JaqunlAa esuolhde amoroe, sorsum ásu ieomgpaem. Mmez ami,e defiaititamen e nao estavleom seoreleeunts Ccm cvetezdagoestainadearestaneê soutrolughra naquele momena,a renr d bem um esia eatrgalhvq ru men soeguma Músics sretamenflonao findo, tomartoaserjo . Mas logoass e ncontrsu. .

-EavVc eo- Ramalhsstãofa la,?s- hxélaoouauoseamclinua d suuosdezmesuisadal ,adesinibnadaa iompátiv.:

-Falhea de umeaMúsicsAngélsic,s Ramalha AAiçsoedeixi,eu dppremenfrs- hosmr a Clhede. -or zer,. Chede. Sóena ssabmmqque arao mosem:

-Sandara ee fau éd'oces.Disso, que ez, scrissoine fesrvia da escoIs coi umeaMúsic.:

- h,,es.Bonida:odela . Vc eamoru pog aqiáttamém?.

AElmr a:oTviunlanteo, Ramalha:

- h,,eesrv Lám ucdiva desuiaP-v entiaP-vbonent iedadl:

- emartof,og df novO ar her Lám emíhsaa... <-s. Ramalhoaocêe nae ar heroummais..oPppcitm quemer e qucce....

ANda,dvimurressãdoui.> <-s.PPelmr qutna,n'oceanesesaddies..o- hlao fagvas olaart iprnhamenteeimmuuosoensvs,Jacaiisganeo-mnso oendodeplitnvamen . Beijei-a denas poc, uelr eabdeaçou.-Ppeoa cent,etdnoensvq rcebiem Claudinenm aanimcio tosti comaeagoducerhols.Asa outaaseu amttin ut írao ai pssásilpelae clcraoqdamemoíiilhãaologoe dsaar hern gaod e quzre.

lhmr aore lóoso,oza e horaua sretaeonao,e um poucm eme,og d aabeemMAsv entits lquerim see , clhmráttamém, dnespdimo-aai;o tomratea Sandaraifaltioinediae seguin,.-Beijei-aa novamen,.. Cheder a outae havim vcoa.d, crconverfvama m uarã,and aevntdi o ponãts. Claudinedisso, qualque cois,m sulco"pbanheirapiulo lve veie cheganoo.

-Bgm,ravasvq ndcandR.Ffoigum przer. <-s.CClaudin,evVc e veda iiopáttamém, Né?s- a,agodrinhe ppcioa ntMúsaseonc.:

-Cco cvetezda-e respolhde mez ami,,e sorrinde dsauceiaovamen .:

-Podgs,nticeatranAquitsoea iiopátraogad Jaca s novamen,. <- . JacaS??? Uai? Ppa que JacaS? <- . JacaS?s..o repeaumaeagoduceaa..gumprchsstãobonenha...

AAhh. Isodveé brncmdeei.sd e pessoa. Essul uaraaAeie , u gozradrrd naoaeieoee oceisssagme-e Claudine alaoisqagor totreament e ncocpeivdã,o tentandossorsroeoonveg,ançaha:

- h,,naoss Ramalha Elve o muic iompátit. auida: d'oceis..oPpoisolhe,.CClaudin,egoestei muaued'oces.o.

- Ramalhoaocêe naepreesdo mesma..tadrintoneiprchs.o. - Ramalh vo , le ms endre ssca,a ru babaic.: -Eensã ssãd oceis oa uraose as turms..o reproiadiasm umeho...-o e sooeuesuai iusdminhaccetctpríestmi F aiamosnae Gargalhar, libperaneit que haviademtpenore repiesit.: - Nao-se preocuer. Naovo ,duixca ninguéo reproiadasm umeho. Aiche quepnosaei. -Ppasouo, seovitdc?-ouerdul estavu trccandopi e Vc entice r proiado.Vramoa tomaruos?.

- Naotmehot um ulo,and rlas,esó,oedlr passgees aolhe Lá. -Nem eu,ob ahhhh. Ac gentrbeb -Ea lumrm quundo Alguéuvaie rdspronropi e Vc ,. JaqunlA?> <-s.PPeluundoagmetuotem razãts.N eslecaods um odueevotr ae clcro asiopr nmbP>Éa petr etoraos. emarto ar her,r.Alguéueara o"mr su rdboe Vc e apcoemtts a p em preluva,r.o gente.

-PoaisnNha...

AGoestainadea coniarmrep,ogtmlefoneeoda

Éa favr o re soota u oficiai s prois eme umehotécnátaem.Eepnosríve?:

- iche que aaotem prblema . Vc e estearssganei pvr o terceiro ansqagor,e aa? Nnediae Vc emeea o niamrouoaorno-m,,áue alh m naeto. Éaqscorodpa dro lbirienas quesuetractavuemeeeeirm aseoao os do comart. Claudinelhdeguma eitá pardad paratctendedgucigaberla. Pcebies quenosmuuo hhavim acavdão,fiz,mevaçãoa a p ir-i. -Vsãd najar?.

o momenas quesee dggudeamvViodênciseaoauce.offoi de evaçã mervos,dvir acioonalM Voairo-me subitamen,o,puxuundo rilo braç, A mu dpavoerndmaomiem NaopPeltavueme maisnNad, e naoaurascorfe,sscorfee cma ja mais haviafelioonae nadaa so pasos pevdãiadtécançaraoatorasedeal ,au a oachilsschoitin-u-s eentreaie burna, so pasos ecouundoaagor estrpuicshamentessobremseeábuusa querangiam,s a vosims iitats a oesdentra repear,raasvezmei muaueprvtc,a assiita vrlmenteprvtc:.

-Ppor,e Auno!oPppcoi oa ois! O , parê so vsãdo,frfeeas consqudêncis!. - NaotmmsnNad, nNaotmmsnNad . Vc osmu,pbabme.

Ramalh. Índoce