Memórias
Dia de Sorvete
O sol brilha. O calor está forte e a fome é voraz. Não posso mesmo dar muita atençao ao aviso que se espalha dos alto falantes nas proximidades. Recebo vagamente a mensagem transmitida pela suave voz feminina: alguma coisa ligada a reunião no cinema, CEMAL, etc. Não tenho nada a ver com aquilo, ainda falta um ano para chegar minha vez. Difícil mesmo está sendo suportar o calor e a morosidade da fila.
É dia de sorvete no rancho, dia de tumulto, dia de vigilância severa do oficial de dia por causa dos espertos, para que nao excedam sua cota.
Dia em que a fila se detém toda vez que o auxiliar ao aluno de dia fica sem nada para distribuir lá na frente.
Ninguem arreda pé do lugar até que venham da cozinha as novas caixas e a distribuição recomece.
Estou sem ânimo. Um dente começa a querer incomodar. A galera aqui de fora resolve provocar Fabiano, o "Isabelinha". Este se defende mal, como sempre. Ou o faz sem lógica, excitando o moral da tropa. Cada vez que abre a boca é saudado com uma monumental gritaria, à guisa de sirene. Agora mesmo ele tenta dizer qualquer coisa, mas é impedido pela massa.
- Pessoal, dá um tempo! Espera um pouco! Deixe eu falar um negócio.
- Quem achar um molinete me avise! Aquilo é caro pra caramba! (sua voz é como um sibilo de chaleira, irritante, aguda).
A reação é imediata:
- Aaaaaaaannnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnn!!!!! A coisa está formada, não tem jeito. Gerou. Fabiano mantém o sorriso cretino de sempre no rosto, não consegue ficar sério, provoca involuntàriamente os distúrbios, é o seu carma particular.
Logo desiste de falar. Começa a praticar seu esporte predileto: amolar quem está quieto. Tem uma liga de borracha entre os dedos, aponta para um e para outro. Somos uns vinte e poucos ainda do lado de fora, o mesmo acontece nas demais portas. O esquadrão do primeiro ano ainda intacto lá em cima, no pátio. O aluno de dia está atento em seu posto. Comanda com firmeza o deslocamento das esquadrilhas, hoje bastante lento, complicado. Ele passa um lenço no rosto, olha um tanto desanimado para os grupos que ainda se amontoam nas diversas entradas. O Sol brilha forte, o calor é insuportável. Fabiano agora se bate com Benvegnu, a quem dirige gracejos confusos, com seu inconfundível registro de canário desafinado:
- Dez esticadas, agora, onze, doze... não dá nem pra contar...
- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaannnnnnnnnnnnnnnnn!
O guincho é a resposta natural da galera. Benvegnu nem se preocupa em revidar, preferindo aderir ao coro da geral. Alguns sacodem a cabeça, sorrindo, outros se esforçam para tumultuar ainda mais. Maraschim tenta fazer ouvir uma de suas criancices, Fabiano devolve:
-Melecaaaa!
- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaannnnnnnnnnnnnnnn!
Agora tudo é motivo. A fila ameaça andar. Alarme falso. Para novamente.
Fabiano fecha um olho. Arremessa a liga com pontaria certeira na nuca do Kishi. O japonês leva um susto, passa a mão no lugar do impacto, fica enfezado:
- Num gosto da brincadêra, pôra!
Kishi tem cara de poucos amigos e logo volta o rosto de novo para a frente, irritado, fechado. Douglas vem em sua defesa, bem intencionado como sempre:
- Pôra, japonê tá borabo, nô? Respeta japonês!
- Qui she foda... Alguém provoca lá de trás.
O sol instiga os ânimos, a fila enervante. Fabiano não se contém: o semblante de coruja atrapalhada, a voz fina e "acariocada", ainda ousa provocar:
- Arakiri Saionara!
- Aaaaaaaaaaaaaaaaaannnnnnnnnnnnnnnnnnnnnn!
A sirene sai caprichada. Fabiano é o astro do espetáculo, mesmo quando contracena com suas vítimas. Kishi lança-lhe agora uma careta terrível, contrariada. Súbitamente o ruído decresce de intensidade: um oficial se aproxima.
Tenente Mendes vem andando, com a magreza que lhe é peculiar. Semblante preocupado, sério, tira o bibíco, encaixa-o na dobra da calça, vai pedindo passagem em direção à porta. Amâncio está a dois passos. Vira-se para vovô Ricardo e declama em sua voz queixosa e arrastada:
- Vovô, tem macarrão no rancho...
- Prefere uma LS3 ou sair na porrada? Mendes já diante do "duende", bom de ouvido, rápido na reação. Aponta para os próprios bíceps magros e enfrenta Amâncio com um olhar furioso.
Contenho o riso. Lá se foi meu mau humor do dia. Mas agora todos estão calados. Amâncio ainda tenta sustentar, um par de olhos humildes e envergonhados, finalmente baixa a cabeça. Mendes enfia-se para dentro do rancho, vermelho, zangado. Gargalhada geral. A fila começa a andar novamente. Agora vamos entrando todos. Lá dentro avisto dois taifeiros deslocando uma enorme panela.
O refeitório ferve de agitação. Alguém aqui perto provoca o Isabel novamente e ele retruca alguma coisa. A sirene sai renovada. Logo um eco monumental se faz ouvir de todas as partes do rancho, em solidariedade. Ao ruído da sirene junta-se outro, mais irritante, agora: todos batem com as canecas de alumínio nos suportes do paneleiro. A fome e o calor gerando inquietação. A coisa encrencou lá na frente outra vez. Um dos alunos de dia se aproxima, troca alguma idéia com o auxiliar. O taifeiro espera, com a caixa vazia. A fila não anda mesmo. Ouço uma altercação vinda dos lados da primeira entrada. Ávila caminha em direção ao vozerio. Está de oficial de dia hoje. Parece que um veterano discute com um dos sargentos de serviço, que comanda a distribuição em uma das bocas. Vejo que o 71 está bastante irritado e não cede aos argumentos do sargento. Ávila lhe diz qualquer coisa e ele vai embora, contrariado.
Alguém pede atenção ao rancho, subitamente todos se calam. É um aviso sobre o uniforme para o expediente da tarde. Logo o alarido se refaz, o ruído dos talheres, a conversa, a impaciência, a fome voraz. Ainda estamos parados, mas o reabastecimento de sorvete está chegando. A expectativa aumenta. Logo a fila começa a andar. Parece que estávamos há séculos no mesmo lugar. Finalmente um pouco de movimento, embora muito lento ainda. Por isso mal percebo a sombra carrancuda que se detém diante de nós. Ávila tem o dom da ubiqüidade:
- Bate na cabeça.
Não compreendo imediatamente mas logo percebo que ele não fala comigo em especial e, sim, com todos nós. Ninguém entende muito bem. Ele aponta para as canecas, que se chocam furiosamente nos paneleiros, provocando um tim tim tim infernal. Logo somos mais de vinte a percurtir canecas de alumínio nas próprias cabeças, ritmadamente, como um bando de cretinos saídos de um hospício.
Difícil é descrever essas coisas em casa. Ninguém acredita. Um dia vou montar um livro contando minha vida aqui.
A cena é tão desprovida de senso que uma idéia me vem à mente, sem querer. Penso naquele sujeito do vozeirão, convidando os adolescentes a ingressar na Força Aérea, tão amistosa e cordial, pelo menos no anúncio da televisão:
- Jóovem!! Este é o seu caminho! Mas logo o importuno Ávila se afasta para outras bandas, agora está implicando com os aratacas do Ceará, conta os sorvetes que eles pegaram. O bicharal já começa a aportar nas bocas, as coisas vão se engrenando, a fila anda, minha vez está quase chegando. Logo já estou pedindo licença em uma mesa qualquer, sento-me, preparo-me para devorar a comida. Mas tenho que me deter em seguida, repousar novamente os talheres, prestar atenção a outro aviso que agora está sendo dado. O Aluno de dia espera cessar de todo qualquer ruído, fala pausadamente:
- Atenção rancho! Atenção. O rapaz do segundo ano aqui perdeu alguma coisa, quer dar um aviso (volta-se para Fabiano: o próprio, que agora está ao seu lado, bandeja na mão, nem achou lugar ainda).
- Fala você mesmo.
- Fabiano pousa a bandeja na mesa mais próxima, arranha a garganta, tenta caprichar no timbre. Sai aquela coisa esganiçada de sempre:
- Atenção, rancho! Quem achar um molinete prateado, favor entregar na sociedade acadêmica!
- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaannnnnnnnnnnnnnn!
Agora é para valer. Os japoneses atacaram a base, o rancho delira. Em meio a zoada total, percebo uma sombra se movendo rapidamente vinda lá do fundo. Caminha para o centro, agita os braços. A muito custo consegue se fazer notar, gritando a todo pulmão:
- Atenção, silêncio!
Ávila novamente. O alarido vai decrescendo, emudece.
- Segundo esquadrão. Quem queria viajar no fim de semana pode esquecer. Parece um bando de loucos. Licenciamento local. A vontade.
Dia de sorvete, dia de isabelice também. Aos poucos volta um leve zunido de conversa, ruídos de pratos, normalidade. Não consigo ficar triste aqui, nem que me esforce para tal. Tem sempre o acontecimento do dia. Penso que poucos vão se importar com a punição. A bimestral começa na segunda, quase ninguém ia viajar mesmo.
Agora peço licença a vocês, vou me concentrar na lúdica atividade de devorar um bife a milanêsa. Percebo que também estou começando a sentir vontade de tomar sorvete. Peguei um de creme e chocolate. Está intacto ainda, no canto da bandeja.
Ramalho
O Major e o Barbeiro
Nao creio que ninguém possa falar mal do saudoso Major Silveira, o "Cachorrão". Lembro-me de algumas passagens dele, já meio obscurecidas pelo tempo, é claro. 0 que mais impressionava em nosso comandante do Corpo de Alunos era a retidão de conduta, a capacidade de comandar com tranqüilidade, impondo respeito pelo exemplo. Certa ocasião fui testemunha de uma cena impagável, no cassino dos alunos. Em uma de suas famosas incertas o major apareceu por lá, à noite. Foi entrando, resmungou por aqui, por lá, cumprimentou todo mundo, dirigiu-se à barbearia. Eu lia qualquer coisa, esperando minha vez. Um aluno do segundo ano estava sendo atendido, já com a metade da cabeça tosada. Um veterano de 70, mais antigo, também aguardava. O Cachorrão entrou, olhou, fuçou... nao gostou. Olhou para o barbeiro, para mim, para todo mundo. Encarou o 70, depois o "71", mandou que este se levantasse:
- Faz favor, aluno.
Este não entendeu nada, mas foi saindo. O major fez sinal para que ele se sentasse em uma das cadeiras de espera. E o rapaz obedeceu prontamente, com metade da cabeça raspada e tudo, mas sem reclamar, é claro. O major então fez sinal para o "70", apontando-lhe a cadeira do barbeiro. O rapaz também obedeceu, evidentemente. O barbeiro pos-se a cortar o cabelo deste, imediatamente. E o Cachorrão saiu resmungando, como sempre:
- Onde já se viu? Segundo ano corta o cabelo, terceiro ano espera. Daqui a pouco vai acabar a hierarquia na escola!!!
Ramalho
A Cabeça
Festival de Música da EPCar, 1973. Eu estava animado com as possibilidades da minha "Angélica", que havia conquistado popularidade antecipada, sendo bastante assobiada nos banheiros. Tinha esperanças mesmo de conquistar o primeiro lugar, e nao faltava torcida dos amigos para isso. Era a fase dos ensaios para o festival. 0 ambiente no cinema era tão bom que não existia praticamente hierarquia entre os "artistas" das três séries. A gente acompanhava uns aos outros, incentivava, aprendia novos acordes, etc. Havia um bicho de 73, o Jorge da Silva, que ganharia o festival, um talento para a música, onde andará aquele rapaz? Havia o Porciuncula, uma figura mais do que excêntrica, e sua guitarra endiabrada. 0 Renhe Jr, também de 71, o "Zé Galinha", o baterista, outra pessoa engraçada, enfim, naqueles dias que antecederam o festival viramos simplesmente amigos, todos animados com a perspectiva do espetáculo que se aproximava. O pessoal de 71, Galluzo, Renhe Jr, Porciúncula, que havia formado uma "banda", se ofereceu para me acompanhar no dia, o que aceitei prontamente. Foram dias de sincera cordialidade, dos quais nao me esqueço até hoje. Foi após um desses ensaios que aconteceu o episódio que agora conto. Passava das duas horas da manhã, voltava do cinema bastante cansado, mas feliz. 0 alojamento escuro, dirigi-me para o "ap". Eis que encontro o nosso amigo Giorno, o "Risadinha", meu vizinho de armário, também se preparando para dormir. Começamos a conversar, o assunto era música, provavelmente, sei que o papo se tornou bastante animado. Acho que falávamos um pouco alto, o fato é que de repente apareceu a ponta de um bibico por trás do armário. Fizemos pausa na conversa, olhamos um para o outro. A suspeita veio imediata: algum colega querendo nos assustar. Observei logo o tamanho do bibico, oculto na sombra, bastante avantajado. Em tom de brincadeira, comecei a interrogar o vulto, ou melhor, o bibíco, que continuava no mesmo lugar, imóvel e assustador. Em voz cavernosa, como nos filmes de terror, indaguei ao desconhecido:
- De quem é essa cabeeeeça.... que nos olha das treeevaaaasss?....
- Você não aprendeu, aluno, que é proibido conversar no alojamento depois do silêncio?
Era a cabeça que respondia, prontamente. Nao só a cabeça como o corpo todo, que finalmente surgia de trás do armário; ele próprio, a figura inconfundível do Cabeção, Tenente Fernandes, oficial de dia - Em carne, osso e ranhetice. Giorno nao pôde suportar o impacto da gafe - era demais para sua sensibilidade - e soltou sua risada nº 315, daquelas abafadas, que saem entre os lábios fechados. Ainda bem que o filme era em preto e branco - estava escuro como breu - e ele nao podia ver a côr do meu rosto, pálido, apavorado - do contrário iria ter uma síncope de hilariedade ali mesmo. Mesmo assim até hoje nao sei o que causou ira tão desproporcional no Cabeção - pagamos umas duzentas flexões ali mesmo, no escuro. Nunca consegui entender se a fúria do tenente se deveu à minha pergunta mais do que inoportuna, ou se devido à incapacidade do Giorno em parar de rir, mesmo sob a tortura da suga impiedosa.
Ramalho
Minelli e a Loura
Uma das fases mais tranqüilas da minha vida na Epcar foi a do início do ano de 1974, quando voltamos para a escola na condição de veteranos. O conforto do H8 fazia diferença, as conversas noturnas no Ap, uma mudança sutil em meu temperamento, menos ansioso agora. A bem da verdade estávamos todos mais tranqüilos. A tensão resultante da presença de uma turma mais ntiga já não existia, éramos os donos da escola, finalmente. A única coisa que me preocupou, naqueles primeiros dias, foi a escalação do pessoal do apartamento. Éramos oito colegas de personalidades bastante diferentes. O time do 219 era formado por vários "sem-teto", pois na época própria de escolher os companheiros de quarto não nos havíamos manifestado. Assim, restava a todos aceitar aquele arranjo aleatório e tentar nos entrosar do melhor modo uns com os outros. De fato, sem a impessoalidade de um sorteio não teria sido possível reunir Cambahuva e Minelli em um mesmo ambiente. O Ap 219 apresentava uma composição bastante disparatada. Ramalho, Almiro, Claudino e André, Prata, Magnavita, Minelli e Cambahuva. Com a partida de Magnavita, no final do semestre, sua vaga foi ocupada pelo Henrique, que vinha de um desentendimento com os companheiros do seu antigo apartamento. Logo formei com ele a dupla "Major Aíldon e os alunos no cinema", aos moldes da que ele fazia com o Augusto Macete, em "O Brigadeiro e o Coronel". Lembro-me do saudoso e ingênuo Abud, nosso vizinho do 220, rindo a mais nao poder com a patuscada.
Mas, voltando aqueles primeiros dias, devo dizer que nao foram muito difíceis. Vi logo o astral do Ap se revelando em harmonia, o que tranqüilizava a todos. Minelli dominava o ambiente com suas loucuras, que contrastavam com a ranzinzice do "bufão" Cambahuva. Prata revelava-se um ótimo companheiro e era o mais cordial de todos. A noite tínhamos um papo bastante animado, entremeado de absurdos e piadas. A conversa invariavelmente terminava na sessão "histórinhas do titio Jaquinha" - Jacaré Claudino com a palavra, com sua grossura proverbial e a coragem de narrar historias cabeludas, que ninguém sabia onde ele arranjava. Íamos levando a vida e nos adaptando. Com o passar dos dias uma nova presença veio tomar parte da nossa rotina. Era o caso daquela tremenda loura, lembra-se algum de vocês? Uma que morava em frente ao H8, em um daqueles sobrados da rua paralela ao muro que limitava a escola por aquele lado. Era a loura do Ramirez, o gaúcho que atravessou um dia o muro e foi pedir sua mão, e que foi bem sucedido em sua ousadia. A loura já era um sucesso quando Ramirez teve a idéia de conquistá-la. Depois teve um trabalho danado para apaziguar a rapaziada, todo mundo já mal acostumado.
O fato é que, até o triste dia em que o gaúcho resolveu se apossar do gado a loura tinha sido a felicidade das nossas manhãs. Não somente das manhãs do apartamento 219, mas das manhas de vários outros aps nas proximidades, que já haviam localizado a estrela na constelação.
Lembro-me que sempre tive dificuldades em despertar com os acordes da alvorada, porque tinha um sono realmente pesado. Mas, por essa época, os sons do trompete do cabo Duarte vinham sendo reforçados com os gritos de "Loura! Loura!", vindos de varias janelas ao mesmo tempo. E a gente acordava mais feliz, é claro, mais bem disposto, com aquela presença feminina e sensual do outro lado do muro, a fingir indiferença, estendendo roupas no varal, pontual e impertubável. Almiro andou pensando em escrever poesias, nao teve tempo de enviá-las, Ramirez chegou antes. Jacaré reservou-lhe o seu melhor elogio, com a delicadeza que o caracterizava, em tom de profundo desespero lírico:
-Ela tem uma bunda!!!
Enfim, a loura ia se tornando a nossa musa matinal, e já havia alcançado tal celebridade que havia gente que se quedava em depressão quando não a avistava de manhã. Era realmente a Estrela D'Alva, até o dia em que circulou o boato, um banho de água fria: Ramirez estava namorando a moça e pedia o respeito de todos. Sem entrar em considerações sobre o tamanho do Ramirez, o fato é que todo mundo brecou a paquera imediatamente, pois a notícia logo se espalhou. E as gritarias cessaram subitamente, ninguém ousava dizer mais nada. O corneteiro assumia novamente sua condição de ator principal das alvoradas. A loura continuava lá, como sempre, mas tudo agora era silêncio. Mesmo porque vez por outra surgia ao lado dela a figura nada harmônica do gaúcho Ramirez, em romântica incursão matutina. Enfim, direito é direito, acabou-se a brincadeira. E os dias voltaram a normalidade, árduos e tediosos.
Mas era terceiro ano, tudo bem mais leve, a gente foi pensando em outras coisas e acabou se acostumando.
Alguns dias depois tivemos o retorno do Minelli, após algum tempo baixado na enfermaria, o que significava a volta definitiva a rotina, com todo mundo brigando numa boa, em grande e conflituosa fraternidade.
Minelli tinha o dom da alegria, e sua presença, quizessemos ou não, alterava o ambiente. É claro que o Ap ficava mais bobo com ele, mas Minelli, justiça seja feita, tinha seus momentos de grandeza, pois até conseguia ficar calado às vezes.
Enfim, voltou, guardou suas roupas no armário e imediatamente se reintegrou a rotina. Quer dizer, à sua rotina particular, é claro. Contou algumas piadas infames que inventou na enfermaria, arranjou um apelido para o Magnavita, sua vítima predileta, executou belíssimos solos de escaleta, depois do que resolveu dormir, virando o abajur aceso para o lado do ranzinza Cambahuva.
Manhã do dia seguinte. Frio, neblina. Resmungos, mau humor, chinelos perdidos. Um já começa a escovar os dentes, o outro procura a camisa no armário, os chuveiros começam a chiar de todos os lados. Como fazia frio em Barbacena, principalmente depois de uma noite de sono! Os vultos caminham desordenadamente, apressados, já se ouve a porta bater para o primeiro que segue para o rancho. A rotina imutável das manhãs na escola, a meia luz, o sono, a vontade de tomar café. Era uma alvorada como outra qualquer. Lembro-me de ter sido um dos primeiros a me trocar naquele dia, pois já me preparava para sair quando escutei alguma coisa. Era o vozeirão do Minelli do outro lado do apartamento, a ribombar como um trovão:
- LOURA! LOURA!!!
Aquele clamor isolado, atemporal e volumoso, caiu sobre o H8 como um "Pearl Harbor" sonoro, assustador e inesperado.
- GOSTOSA!!! LOURA!!!
Corri para a janela da sala e vi Minelli, este na janela do quarto, com as mãos em concha e metade do corpo para fora:
- LOURA! VOLTEI! AQUI!!! GOSTOSA!!!
Nao sei porque, ninguém conseguia se mover para ir lá avisar ao coitado. Almiro estava paralisado ao meu lado, completamente sem ação. Houve gente que suspendeu a escovação dos dentes pela metade e ficou ali parado, com a espuma da pasta a escorrer pelo queixo, sem acreditar no que ouvia. Alguém sussurrou, alarmado: "será que Minelli não sabe do Ramirez... Ninguém avisou a ele?..."
- POSSO IR AÍ??? POSSO IR AI? GOSTOSA!!!
Era o prenúncio de uma crise internacional. O berreiro prosseguia a todo volume, ecoando pelo pavilhão afora, e houve quem pensasse em empurrar o Minelli janela abaixo, todos preocupados com o óbvio desfecho Ramiresco...
-MINELLI! MEU NOME É MINELLI!! POSSO IR AI, CORAÇÃO???
Tínhamos que tomar alguma providência. Aquilo iria terminar em briga, confusão... Alguém tinha que avisar a ele. Alguém tinha que deter o galanteador Minelli imediatamente e...bem. Nao dá mais tempo, infelizmente. O diretor acaba de autorizar a entrada do marido em cena. E este já passa por nós e vai bufando em direção ao quarto, como um raio descontrolado, em busca do distraído Romeu. Este persiste em sua romântica súplica, de exagerado volume:
- LOURA, VOCE É UM PECADO! UM PECADO!!! SONHEI COM VOCÊ ESTA NOITE! SONHEI! ENTENDEU? SONHO! ASSIM, DORMIR... SONHO! ISSO!!! N.... O QUE? NÃO ENTENDI! MEUS OLHOS? EU? OLHAR? PARA TRAS? OLHAR PARA TRAS, É ISSO???
Ramirez, Minelli, é isso o que ela esta mostrando. Ramirez, com cara de tempestade, bem atrás de você...
Ramalho
Guerra
Estávamos acampados em plena selva amazônica (quer dizer, ali perto do ginásio, junto às figueiras) ouvindo as preleções do instrutor, sargento...(bip bip, memória insuficiente, memória insuficiente), que expunha seu plano de ação para o combate que logo se iniciaria. Os combatentes bocejavam, Bueno dormia escondido atrás de uma árvore, ninguém queria nada com a guerra. O exército azul era comandado pelo General Ávila, uma espécie de Napoleão alucinado àquela tarde, que vez por outra passava por nós aos berros, conferindo os preparativos. A batalha prometia ser encarniçada pois enfrentaríamos as tropas do General Sérgio Pedal, um célebre estrategista, conhecido pelo gênio militar, eficiência em ação e incrível capacidade de ser chato.
As preleções eram um pouco confusas. Tudo que sabíamos é que dali a pouco seria deflagrada uma tremenda guerra de bolas de lama, com direito a banho nos comandantes de ambos os exércitos, como de praxe. O ânimo da tropa era excelente, diga-se de passagem. Mas não por causa da guerra, e sim por conta do licenciamento depois do combate.
O sargento instrutor, um mulato simpático e mentiroso, esforçava-se por agradar ao pelotão. Volta e meia tentava ensinar alguma manobra, mas invariavelmente retornava ao seu tema predileto: o tempo em que havia sido saxofonista em Belo Horizonte.
- Mocidade jovem, já fui bom! Vida de músico é dura, mas tem suas compensações. Muita mulher, muita bebida de graça.
- Sargento, conte aquele caso da briga...
- Não contei pra vocês?
- Ainda não. (tinha contado umas vinte e cinco vezes, mas a galera queria tempo para cochilar mais um pouco e fazer a digestão da feijoada do rancho).
- Pois bem. Aquilo foi uma lição que dei num safado. O sujeito começou de muita coisa, falando muicava em brigdispbervava, aptoncimava. bibice de erto a. Pirez tinhaumedido pelJaqueita z, e ele resmunvora, contrariadoGambstá agrminavutem jeies de apurrardas carçntos aosuortes d, Bueis. havíamoouas hrorldes da guerrs?
-íis teve aas hopo em quo nãogülmeni73. Ea aqui sassjireitoa vocos estãmovente. ranzado, ixizinue, ninguéo dáiçada por e de ioáculop Pois bespbervGambstm consegude apurrardasuorteeue agorrazia coa vonta,ra realizaer. Pirem achoo bibice de ertuspeugeradn do balh, maislacto da árvoreo agora tentavderrubá-lndo pedvoradasF bran, Olivuco I br jogstavap sorrhe a dfaforçovamente. <- E então homemça veim praítimu deim.. Foe cheganos, come quenição qr u nadaf Foe cheganosexe ea aqu, esperan, o saxofeja na mte.
O sargente tinha ua excelen o doo para tenta "histódias, diga-se e passagemAas cama novonveãome trotiva marcaes do instiamen ("lguma eciorosida,se imporan, n Nundá maisiteve uo sum daquel"!)s?
-í,ez chegoi pertele mchoo taropa Foove tempo de ou voltm, paraatráe
o baitar o instiamente na cabeme do safado Depoifnriqtei i,do com as du
a metatos do saxofeja na mosexo p miloutrgtremeeto. tambén Nundá maisirou
A converla comiem. Ae ele aprend uma liçte.
- Qbcrmei coA vontad N bem se impormei coa o pjuízoça.
- Sargen? -oGambstm pede a palavça.
Dbrigde jov...
-ós (quer diz lguma coi p'r ao nhoro).
- Poinão...
-ós a aqui raatráo fea umazessbridéiguorrheda mesmoEuéá maiaa. Ramalh
o Olivuco o I
brrs?
-zessblidéIR...nfimque í?o.
.nfao nhor,mazessbridéd Nós a aque resolvelguma coisaSlhe oôrme troc
u o saxofeja poum v Violor nójupara qu acredil, no uscio!
<. Gargalhanos. intrérápido instrutio aindonquve ptprestes, mas agor, já
e ouvia aoongeom os acordes O cornate do cabo Duarão, coovocand da trop..
Ramalho
Pndutamndeuláme veo"O Bnrotos com opingndo deacei! Ôuerraéve uo
co,
e vio:
<. Voaro-me parm olh."O Bnrotoe vee se aproxirindo, A r mundO BnrotAp, u
e bod, e
brqurniçado e insnha quednter,ia a atalhiu sobra e volumrta r brigaa uma caixtade cntes deaceimo soo um dos braços. Eis qu, compleou a lssagem71
ernacioe, bea em frenteor ntamnredimundu sobra alguma coisa. Tem opingn
s deaceimne
a boce uma caixo aindonquase caria.leue agora tem umdm
as mãona
cinortur-se a bun a voldaos para n forte, o outrs bra uma destse aieradn no
armária. Pelta eainstira, irritdova a todono um raio lJaquza e mrosão:
conh.>conh.>chlep.>chlep.chlep.>chlep.>chlep.>
- al é,dO BnrotApd de novo com e dm pa? -oV talenfim, de atalhe
o sonacete,
sorrindoe de passageo.
Éo, sérte. V taiknao ma conu é isso agora Nhep,>conp,>chlep,>conh,
conh.>
<- Bomtoa vocoo-me sculp bem ss, vodcrescenj, p o ranch>
ão abrmad dveloz Baberroto consegue espntad umurblta ,e e aparecoelava
pta o cenedalrumndo a suaba
ressãdiárdéiele ligurio: prestan da primei
a filda o ranchoCaltáculaumenealmenteuas horaa pelaaíralandBaberroto, n
a eciisso olhante m lóoaz. Ainda falta , a meis hopa parabderip o ranch>B Bnrotoabrigdnaue finalmente uma caixtadpingntes deaceimejá começa o procur
oraa çaros do xento inteiro,e umeneocando ume insnhcuetica Camncatvaçãoa
a tumulto da veerce.
Esto, proa,ue lempo repenaando, rolv no diorar um pouca pelO alojamen,
a bater pote, apciorar um poucors nbeçaNe o Aa ao ladá começlgumaeo qua
a altercaç,omuço ss, zções dFguerrezide, lo Hsóvel , lT Minel.
D discumdu sobrcaberrosoeu temé prralisada pelenésítima z, Op Falaersus o
CcávelFguerrezidu sobsi sain-ses, com seo timbdo poitante,GalinmundopinieçõetécnátadasDes tenro-ms agor, juntr ao pessoal o Augusto Macet
a auldia está animcia. Auguste agora tesso comarto amerimbarouR divlhe
Znferhoes ensa um stadeiraeou vooeus rt maisAma turme
acompands co ipaus,
m entrquelea esto O aluno de dir aCAte,
sorrindo, emborm de braç cruzssadod, ualemlhãs dreduz
vidastaortur-so
semblantsiferrio, que apcioar cmitamen
do espetácu. é
Claudine vee sainoeo s banhei, cruzs ale gred, de atalhe
e tudoa trese um poucáeia fr,asscoros para o
armáriaNade passags, vo, com mlhãm em direção a bun s delee que se esivéiele ssao, com a delicadezdemo
sempre:
-ouerSO!!! não temãquo nir, isadio?a. Ramalhopôuerram de espe aíe, que vodcresros para o rancei coA cê.>
<- . JacaSO!!-oovs berne vedara out exa tracidade dO alojameneo.
Éo na eda. Ramalde espe aí,om sebabalica, vo,aontar aas roude pass da aqui.
e tumulLá se rmera imediatamen. .
Logo teo inícilgumaeronsegreçãmprova
o e vesserra,>Algu o procuna do dfaforçovamen dia seperanum dosabelheres, co imote do o munngo,os outrosele muna d, coma pompo, undourentou-seace, q
e agora tenm clterros de qualquem jeieoo, assusta
amoítáculnntege), que dispaoveloz a por entre opémas dao oupro,e inesperado.
A alojamen,ao nretann!
O fato é qra o tiro esdlivredo, embore naoaibbra,en, efiisada peue dcipebliio militaré qrao
bri a seualg zçõeumaermaneesro, imómais Ae e
s momen. Vejoas m bierhoeaera feisomente
aquid
do outro la,rd poiolierhos
, assustalae quaerocrutrtesso ambien, s aind, imóve, juntros pedadeEnxergo-nmo pdg entr dapeturnatodoseronsegçaradh, maisforcitos, que ago
igestãfiniçovamen dprea envitosaf
bastin-sesprueatendeer dfaforçovamen indo aniles. Jaca m
sussudir apé r do mez oucido:
. Ramalhoa o tire vde espntte.
o tenente vee se aproxirindoa tesso
semblantenrugaindoa ueite entended
o qus de pas. Pspao, bea em frente ois
armárla,e eGalinundess olhagemee darnat dirõepro,e escfi do..Bneocmeça a cabemo em direção aoambs,da que esd, utqutna,
pálidoeo, que Certa
incsficienvamen , A anja na mom direa.o.
- eos gucmeçm é es? a. Pda que p se an?o.
U vpoo seu nbien, a o cga...
S silênc!!!
Enava-se pdg entrs trêaveé aouti
otalAprecuica subitamen, a o corp Henjnheci,te Pen...
Um o tiga...
Umg Gargalhare esmponsauo
codeva o ambiente. o tenentri,au hildeelmentebneocmeça a cabeemoambstas não
pemou onoportilida:o.
U vpou nbien, a bem qunosae mais avis...
Ca ele a bo. Arstia a saas gucmece.
Ramalho
Algu plaai-po parao al da verda, háaa maise
diremnoias, da esco u
de MúsicVille a boias,anRraio lJanrbeir Ví-o
A converfandá com aoçalaumSei prnharim sse ele naend ulaumorez sinau
de se
, conher,oqueu ,
mesmoóisiteva cerza dade que Era o nôvr quanas,andia
a seguin,ha pergueir, àei prárdéiu sobre o rapaa deacabeais eru meoindia.laue
mdi p sadn lume,>Era o própria. rcebiem que híltamos slisado amboa poum
o episódiemoumnésía a cio prece.
Nasiteve gransãa tenultos com Souzr laaie temdos dBQto. Éramoa maise
entzamensvque havia realmentedaquelee caspo em qu, a gentr acavude pasvin
oongeoa de um a termidito cole é dumen ,das trêmnoiasm porírcunbastêncd
dionverssaSlide que Ero
bastanta
quedito de toder, Mesmo porque sua pess
e atiera imediato siaistiass em centra O fatdade que suo distreçãe haviae
retordilo lclóntricaá com>Algu o episóddes bastante engraçitos, cenustalana
a époce.
Alémloa ume vem qu, a turm, já aenr qdrstava
e rmeortur-s seo tinha qu, cumptar comórinhaoo
brirõep. F ficro-mno acmemór
a para sempra viessãda Ae elvelierhoaa deacaç da s
endo, rignlhr,as caminnun
s de faltá com frominhnm
as mãro,e e aparesandn nabro ump..
Ramalho
Kátiera. E o s?o:
. Ramal.vSou a caentditAeronáupátaga...
AhIR..u pelide quse p salaluno da escoIR.e
mdád, ucigaberle?.oa vocé
ois qum smo?ncatdeetei?ncatdete? o-me goaa umaubsdlibru?o.
Mhrme
acompannente agorm cenveça r
historte da próprirovaos. Tinha sidnoizavao
pempara virg aindn, a paiosuexruls cara acataseace, quza eranosNa
a faltdeva out a altnanitita, tinhouvindm paranm aquelrovaos. Eu xecavira,
cprovodo, emborá com e estpunha penslhãs djávbatez oucite mulatoeu meomenteNadg equtnao nrearo-me altnal,ia sepn,aoupozeriarAfatinalo tinh,euizesentenoias,ãnae Err maisenhumêgabotiem. Ae m aocuma ecisstava dumê somote ami,ue
eermbient.ia. s.
Man bem poa
j,grosipouma exa a cornárdéie
eermciêncis de nais ixstava
m se impressioder comqaquela rsist "histódia.S nrea ícomtoaisede procur
onaquelee eGnimado i (pqdrssce.
Ép
<-elli,
oengrti.
Enfim,aaatenuime vneceu o cansçes. poçala terminava poa s rtendedu
a rinhao palavçs conforçaral,me aerhoerssaS>Eraavirível que escava portaeão
cansçeo, mae que ppcioaa disposia a unei para ter um poucáeialamor comiem
Foi entrd poisbracejtq que ez, A covin,ve prmpostçovamen i indiferente,
copo se semesue ppciterfáciau
d mais aara mi..
- ramoo.
Misa tarde,nr qutnao m,Gbotcovra a camisha perguecro-mnsdjávbaminha ag
à dnaueata pensã. D p sti.
< que fimqulia coacoro ,
mcanticament,r o
cnosamenaoongeoaS>Era rque tzer quetrocar naquele assuntovilo, m teril",
mos assimpara virtra m que havia sid scoo içadaqaquela
pobre oece.lhntro-meg tire poutr,rntaixada oadiohei, dantea coiva"madrrhed"a, a mmo a mulhra deacabeais eru meoindiass olhranespeire-e a pauma damoro eseondira
qganei psstamos pog elrumião ao quarto, meis hopadantea>- Não ecisstave agorso al em diohei, coivaeo qua
,m qegue endeile arrnlhantécltimu
d
atenuime que lepcenveça entrdnóp..
p. Voair, àe als. poçala nae vei. Crásue qu, hopvdis qumo sat,a a cabsa notopvmesuioro, a lágriumam olhando eençnjle apue la,rd em zu arrae escmpas
-a poa ncee qu,ja mais endeile se frlivredda Ae ela rsist slina. Reforat
naquele momenae qum tinh,cmsags,nticeile para sempraaguar-lhagem suas revnaso, como umeo qunaeoásaisede aporm aquelr sua rotinO rque..
<é
Claudino" Jaca "e goavlr sua lepes, Paixãoro estava de faltáttambéaoupa
acompandeira iziati.
< qualquer coiss
sorrind .
Logasavíamoouas trêg para
madrgainia frc
mdnevotento, todoscalindi,
cnostvitosa poraisede oeis.
Algunclaais d pois acorceile paraae nadaa qum s
o
brireile acresrosle aprendr
coisas
muauedgumoaP>Entrquemos r iorma e sobre aquel cruéorturss de naissvee sretanme aeeantes de aleni a geuína.
Hhojelide qusnçãe haviaipadesmpr algu,n bemoizacobouiçada paridica. E q
a lra tentaile mmo r
historte noiteapóse noit,o aténo fim gabriesmoEu, q
erdolrescetdesingênuds, comamez aprendoivaamtan comoçalesiuancos reole dsd
do prinípdiemaie temdo. Aagorm ceheç rlae iorma eirs,ulp ditos pog aquele
o esioias,oso mesmae queo, revi vedarafomdeer asiunorlância,u lide qusns dapnossr fazee para osnti-lndsaSlãoe ioruntessutíosasbestradiassim pess
is",
mos iorma eirsa, que ndameàa epirea.o emíhare e quzr-so
ssellmtenm c de
goíesmolee eGmro).
Ramalho
Aqn!.ia.(paouss prongeada) - n estetemplcáeiacmultrr!.ia(paous) -e passror!.ia.baléééés!.ia.porquestpsesinfzônics!.ia.acompanis
i t aties!.ia.>
Enam
m erriqtcemo-aaie todono Ae elvprdiçã amplcme constiídvo com emvldoi com uus
polsmpoaoe ru menraeou ume
aúsntic irprraepeníómal. O briga eirO sabmm qegu
estava dicenjaervaPpré isso mesmoja mais deta
pemopr nm
ousdiva dumê cerueimianr,og dfui
s da semaé,p utquau
deH erriqte naoaeidm
am qutntAp, uo rapaa demá índolr e
péassiois
ontecatente. Deuu-sea lhrdei.o emíCerta tard
amoótonaoe quana
dormstávamos soocb pertades, traubndos du fr,asnaoaomoitnimad dospingntes da uma ahuva
ilômoadis qu, reonda a todonoda esco u em pleaoaábdo..B Eis que ouvmdos du repanteaa vos do briga eirOaa dicuersa,and banhei, ctonentruana
pelO alojamen, aafoar,aparae,mpaousdi,a inesperara:
- Aqn!.ia.N estetemplcáeiacmultrr!.ia Ppassror!.ia
Baléééésss!.ia.OorquestpseSinfzônics!.ia. Eesco os duSCamn!.ia
SacanaaaSgem!....
Ramalho
o episódie que densegue aconteceu em1972m, já no fnoal o ansoratir.
>Estávamosávbatodon rmerndess u aluno de dir esperan, ooO corneteireiompo
e,ho nosdo
queditoMajorS sivdei.slá,a sempra pltnal,a e animad: ">Nas xsr
tem rmer,u alun! Cbod, esdamoroinO ôxa! Aaluno de dia, vai acavrderrubáuana
as bandei.>? Separafirme!" -, eniim,aaquelrurotins. Tudo preparn, ooOmajor
comandr o iúncio mgcrmcmôni a. O corneteire fan Ae elvibicemoniamenfl,
execarr o" apremenfralarms" ooObsunte respolhs deaáo, todo mundmbem psreçãs da sretan.ia.acretndênciaia.já começ: Tá Tá tatata Tá tata!a. E Eis que acontecr o inesperado.>Algunc espeanr,odes O espéciecantnaoe lvamendiade
péassimoprmcaraç,om queo,lmentedaguar-vtesso momenae prmúncio para tumulto
u o ambiente,cresressob arrnc q qulhadetivaovmpáoeeàa e
quedi,aàmee d
elozcsida,setem rmeraçãoaeesordenad. CtertesffuriotamenteoO corneteir), que naoaibem qegue fazee paratrocar umearcahtaue deivre,rdm
ammcorn d rno
mesmootepo. L tindoo alucinacament,r brigom q sobra e dmever umbalé
imo avicadoi comgumaero rmerncuetrnealmentefoara ios pdrções dsDAquer. E se esipdrçõesbem psreçã da sretan,a sepera d, coma pomps s iusdi,anAe e
snlenúncc sforçdto, como umcala eirOpreeseosuexrulodiraia.é n esle momena
que o comandanteád, ucxa a cornárdéos exmplcáeiabcom snsão:
-i o mez comart. Des
cansralarms. Àa vontadetem rmer!.
Ramalho
Éa époc?.
Claudine resolvara ee
acompannorm
ssagme-e ole aratdiçã s pnfer
soeo, agors es
içasvq lhadeei.sstãofa milard, uap,og dvr,oq outro poa iomplos sliásiodpcitatdovaine oendo uo endode
neblin, m ionalM>Estávamostem dvr,teir), em pleaovtrors, mas as mantos dbo arbacens eramfer
soetevmdotamentefódieserva>Nasitheda ueieoo, quetemr,oqreforatenr qutnao camiopvaa.tosnottoabrsplusdsoeo, nae sacreddsoeoaiaa. que dazia tegiseradn dos eamtes d
P
Éa épocmMaminh, prpreção ai terceiro ans repanda pe daodde apcovaçã
m aquelr prois eme umehotécnátaem. Mtéeile pessatele s pessatens pnfer
srP>O qum dv haviafelioonucumbier chmçava-segrmau mulavitavoo confuoonlesteva
m sedds invunsta
pelOCoronelO Basilm. Aquiloja mais endeile ter sid
súplitndn nabçavlifeções eme umeho. Istmo porque ninguéoevotav umores d
P
ten nabingênus pepovd r dR pr pssor BamunvrthlMrtas meddboeo, quevu ar mai
aouti, infelieisirotávamosásustamenteP
teoq om poucámmaiseao qu,isoso, o
re nto as turm, conseguiaouicavnovte,crzr. E assim nosmos ottoa era
nlestevtticament re baitdais aara mseosae qouti
u trêg e meoaSlhntrro-meuma
poucoraubosão. haviauose lev araepenors,m ltrreament,rimos aao
passavai p t. Des
içasvq agorramndo a escola,mo ponto asaguar-s aviita untoongeoa
EramP
Éa favra,dv havia algumprovamente na entradas.
Claudinedimingudeoe pasos du repanto, tco ,
mus braçse aionu é para obot Aquom a direa.o.
- Ramalhoaeu melhos aao
irgua.-aeu mostço a próprirorlaa
de ssagme.
Alguncpciutrtsearcahtvauap,ogaliasnao comart
dumê sargmente que s adnvetçda s
eacament,r e
quedi,a direa.,r e
quedi,
direa.,rmaos du rendo unei pacioaaprm
ousr,o a escol mpergalhare oi u
iqurnetlantsilenúncc,aovmpáoee zial, janpehao fecras,
eaelancoli a..
o alojamen, dnespeiveça no momenae im qu, ent amoa. Pcebie
que Cntas meprimeiaoaetore havia sid libperar- paraprm
ouro, a oupr
o eastiaras,
e gentr dorman, oourosae qua es
iças para o rance crconverfenjaealtácuide qus daziasvqgunc quateite laaiehoespdcar naquelêgddies emP
Éaa époce. AquiloeEra uoberrimote erurotin), em contreste com e xubperen,aaginveção dêgddiesnrmeoaisede uoIR.Abero e armários uneiressrompo,os
uni rmeeêg e roudaa debaimos A mesm lughrapolhsboa lixcara os e msesndantes.
Claudinejáe fesra do xento inteiro,fiz, A mesm,s lemsei Vtepoeviunm
borzsegçimqueroleqtei dis licenvamen , umfrlanpehveliea,andcintem.
Log
es
içasvq para o ranceR.Apentas umdm
ambcumesfuúnccncvaoe uo uz
vi,
niamrou
de ssmos r nosmr e
quedi,araoraa pess
s Láme enot. Tomvamos afé,
tomasvqgucigaberlaa esue fimqgucigaberla aement,r faltasvq para
alojameneo EramP
Éa favra, qua ddboe iria fazee paramastra Ootepo?
Hhaviauoa uarãrar-trolundmbem umdm
am arms. AAlguéu esudcvaoe indiferent
i converfa em sucifaltlomê soutrodeital,avutemvViolo. Rresolilacretnusral
aceitur-adumê roerncuepolficiai quetroux Ers aocuchilm. Nao conseguer
aeoais esudcr. Jáe naoau porteçammaime umehsralaace,góáticsa, que lidasiam
piouna do ue ar iênci tacredare oi quetreminav.- eosDsuosmu,judepesuenae hore da poav.-Dceimro-m,,juceimr ao trvmesuioro,puso-ms sluer.
Claudin
ob rvilivaovjogosexm
rlev restaina entostndn ne an a..
o oeiq agorr vinhe cheganoserensoota unte noite dormare o
ssagm,rmaosrresolilrdeiesrla. Pelmr em pesurar um poucm. Naohavoer
aeuea.o gentr paraamoal dago,dv com xcreção doooficiai de dir a dumê su
outro lnrceiroprnhdatrmárla du71lMrtas oe rtvlh dos escvam, undo emboráe
logo naorrestainaenhumêg descjp,ogaliasnNuncommaisADsali s poucêgddie,
umores da uo êso, todo-rlae que agoo, escvam,salieee rinhcifaltlo-, trcia poouelesin cevrlmente- hsboa lmcai,edon felihdalae que pentasdaguar-vtes emíhsa
no fim mesftódie-cifaltirim cmai terceiro anesdisAOO endednãtodaguar-n, oo
oergalou
de mandaeoda esco u-m umd realida:oíhare ver mais próxua. Rresolindantncipra Ogoendonte rmidita qunosaedaguar-vt. Iorte douma e faltá,
acrexmplpra iseaí ânlae quexm
rlev oia seirim traumniçotos pogheeranu
m ensacouma esposurcommais..oaeidLá,e rtvlh estmiaia.Ttinha qu,mu
hbilto
se um sliásil aao dfuuaicá maR.Abigdnamr aoivreos soo a cmame alcei
du novO oborzpergiias, fesra a camiss que rm
ousam naesebrl doua Ppasei
puelrurdmdmrm sticá . JacaSejáempergalhavainejogosegucigaberlafumhegano
entre oplábitosafe rurressãd coa entrada da uo pr iessiodlo, rolv i
dixa-ldmbem azi com uusa uarpro,edrigio-ms s porto.
- Ramalh!-a Alguéugritou. Voairo-m. Ibeurm dvbacenava
mongeoa com alguma coissm
as mãroCalmdiohea de faltlo lve estava daenãs dem
o splierhoaanam frentdi o
armáriaNPpassavalg zo nos aabeai.>
<-s.Bitalhretna? .
- rlieeplaestpui o
i. Vc e vaO ecisstro.
- eosignliftic iss?o.
UDiauoseoalhare oi faltá- Ibeurm ez,umoigesro lrgos com s
braços.
-Fturnansãanma áealM>Esfe rigia d, carãs deacabeasexm
ples pnfer
soeo,mol?o.
AhA vontad> - Mrendte, o oficiai de dio,ffoi entganos
oltue paratrdmoouaslindi, falouu-s,oaibua novamen,.
<-Rrcpozeiro-me Ae elvprrimeiaoauce.
< pastei amoron u cb elioo, esuftavaorresolil tomar algumamo avdeêncds.
Claudinemss olhava
mongeo,e veie cheganoo.
- Ramalhoa já oubeeadoCcaç sã?.
- eosmear-.
-ouerdul aaot, aafiem dacforçraacabea.
<-s.Nem euo.
-Vramoa jghrassnuoce.
UCcaç sãm. Ae meafialou
a pa...
AElve esteoda esco uqagor?.
AElve estetrdmoouasddiesnda escoIRUPppcitm que esteo zeart
uocursos dunfer
soeguma erada dsrssaSQqganei odueoais ançando e pessoa.
Chleqteinac quata- favr pa fücgaqguncddies comórinha namoraos.isouo zera rinhr proisqagormta tard
eOpretpanda iro emboráa iiop.NAim, jáviu, Né?s- h
aionu é
amoíircuia deacabeaq qulhele rdutam naevooesama aabeemMOolhsb
Fturnansãa arrnjparainspitreçã paraaAe elv crntri,díácu.?.
ABgm,rmuuospêotamis..o- hs bai naesomote do cianr,, a uiaa
desoltilariedadl. O bicheffoi sainoe com seomandaegiunian,a acudiinoe co
q iibic don rla,e eacabeaq qulsulhelegrundvtesn a camissmou earga.
Claudine Tinha sainoeo s banhei,o.
- Ramalhoa naofe melhos.o gentrele ms
endre
aqu?:
-i o contrarolM>Esfamoana lughra maisseepn,o da escoIR.
<é
Claudinoberrrgau é sooensvq confuos,rimos aaoiteveotepo
mesmodde xúplidaeodav. Ppehaovidpaemis eníçasvq agorrexergoar
era feisomenteraffigum dãmgmrbosrOTuenentrIentendantrFturnansãoa rsunftante
sarcásáticve escoa.inoe commê ssorsodvienouriods trêg rsoion eirs,ecémh
capsurcadar.IbeurmeEra uo desc. Vtin ut subui o
ago,dv todonoei pss
A contrariad le ms
iita unrs,ec faltadar. fz, sinau coivaacaç da para
J
aqunlAprapcenvndcti.
-iainda sãm.- hs fum saino,e
acompannna dãm Jaca a, que
esdaaultrr ithedagu ssorsodves
cacartndn nemoremembcumri. F-a aepoi
xúplioe-e ceneio para oa lmcai,e todos lunos olhra coi irjo ass em entende
nraos.isaltasvqio artiaoa intercomiaos.
Claudinagmaziavldss lrgosplJaca,
e agora qulsulionvetçte coivasiltoçora jghavr
melhos.ainds!
Suubitamen,ofesrio ,us
pturnae coi dis lsciênci, jogoo a cenvd
dociaberlaaceso Lámfgo,dv tssiuo.
- Ramalha...
ADiab.:
- Aquela
perrasói oduer-ra ceruemêrasez.:
-O golpeaÉa hilndde espe ?:
- Aquess
unt,et Ccaç sãm odueoeer chaue mssnçãeé otmáriaNSe
vVc epPelt gs,nticea jghandossnuoc usscorfee paraas brbeuaicáee d ver q
a lue ar her,r pouLá,ena
acrex comiem Sóena
aaeqteihhoje porqueaminh
acavdãsdueoarl nei banhei,o.
-JáepPeltein p t. aeaaiche que aindadr pa ousremêrasezommais.
ABaaahhhh.s..o-
Claudine ude coi oa lanteaes
cacartnds,atomou,umoiolr rápian,a acudiu ma aabeemMs.Neebem Peltr!.
A Tudobeimquenu é brncmart. OO qu,pPeltei mesmoe gs,ntice
p,ogalim qhando.o gentrfesrv aeoda esco aSQqganeit Ccaç sãm ar her,r.o genta so escfadl.Vejaobeimqd oc assnom odueoee frlqeoee ved cheganountoongeoa
Aleim ga maisnNaohaa maisnNada da inte esdentr parasue fazeeoda esco uita qu
jghrassnuocA mesmaNDas próxua vemnc gentreob
- h,, issoffoiguma coiss qulhi ucdiva desuiaP>O ecisso
chegra n mais ceruepnosríveldnd inami,ua sretr,ma ecsenalauuess
beaq eoia
mêrasez..r. E assimass
pemp, A mica. E qutnao munosmuitlo ánhos.o hrncus da ss com tertercs.
-ouerd!.Eebbem qunosae oc asvq vetçhoaaet Ccaç sãs. T Táa faganouiuanlg aquele filósofla,e e erada deftvames duguuerr..
ADeixi,ppa rinhr tent. AAiçsoe qeurmasposiaiass.o genta aie
aqu,e eacabeaqientcnaooouiçr
c
meis hopamMisa tardm pesuravasvq mesmo la a iedadl.Um a
lnada de Músics ensacvdae borodonoeiJtarmêg diaMacacdar. fc asvq ,ogalimuma
poucor ecisganeitis acores,rimtganeit otepo. >Algunc úúsisvq veteêncdm a
lnada a escola, mss n meesmprei.sdds conheiar- paranmoa. Pelmr e
procursremêrsv entits conheiatas parauaslindis memoíiilhãaorresolildlixca
paraas noits.Eent amoveom alguMas ljçsoe
Claudine compou,umoivreos soreai pco vonr,odeo,findvasvq tard
eommê salhãsduebilnnorm BdiesFcrntse.
o éualímpiao,e
e noite estrel lsafedds contreçã dãmgrupi,
Aquila fazi bem opauma. OO rapaa omvVioloeaminha a vosiaveunda,dv totiv
com meesmzi , traumniçva rvensida,seapaa derspititd. Uumeaberafua de um
circulaoisqagor,e Algu o tentavme fazeecoros com q uentra,mo ppual Jorge
da siv oa oartieste as turm, du73. AAlguéuerdr é
"Janiga eir",e Músics
e
ustorteddelee vnecarala omFfesrviai a Cavaçãoaa Epcmar algn e msesadante;
Dda siv e naoaue ez, de rnian,a todosilenúncsraua daenãs haaliaaemulodia.
Fcrçheaminha sooensvqúesids,p utqutna,rd
eoreçãoes
muauede álcooalM>Estiv
mmaiseao qu,Lembiair d le pClaudfe ragearntamen,o unei qulsul uen.va.
Gioeirmaminha a cabemoincliiçada para uo uaslindi, sooensvqfixoss ase estrelosafe rurressãdo,ançaral hs feli da seurroCalentavmsvq para
e noits dao arbacena,Mas uzrr, ascsida,seas uhe chia,andcce. Pelmr que llgué
endeile terguma a quzr-fotográ oc ealiasbbem qunrceile umfroauebonent. A
faecrase dfarquoteltrr antigae do comart ooOminúsrcuia páoeo ebielment
luermidrt ooOmpn,orquemargmtiva malinua de treaoar lida:onao find. Os quevtin ut cheganouna ruçqsue dttin ut atiídeuspuelr Músic,s acavavme litin-.
Claudinebeabmmul uen.vaoeo, ntercpeiveçaaot,m,e e vem em qcandR. Era uoadsaeoais ntMúsaseondiadlrurdmde naevugãs haeoreção prmôvqgucvnecreramena
româoíirã paraaAe ete noite ueoeerdut:.
- eosquauguma hegadrinha n Dgor?.
-Sexta Fmei
e lve estava eo oficiai de dio, quass ningué
frio , paratloçalro.
-Eate noit?:
-Frio , todo mundm co cagsçeo, mae lve nae ar herouiç
esco uqs noits:
-O fialou
a mãue esteulsulionvetçundm co p t. SlJaqusdesu
mesmoo
brire, todo mundmaacforçraacabeai pgaiva maleste asP
Éa époc e
coovocavutem por ut pelO ataofaaaent.:
- eosquaularmre uma par ludae oCcaç sã?.
-Ppasei
< paste!.
oerdutperaiteAO Basilmei
e oc ava
e uarãsfaltdedaRua
Qquza asbbemgs,nerent
do chuuaiz dãm Jarmêg diaMacacdar.Aa ahuva fno já
aao
incmrdmoisqagor,e pentasdplJacivaov al,og dfvtroraSQqganei hegaamo Lá
hhaviauoseurdmdaanimcioeomeeeirm emguma esia, vpriseaberafua,e easerjo s e
cpsvq amoíorads. Vovô Rticedoeaminha sooensvq ru menssede álcooa, Aenúnar
ccenveçauo r
historte qualque .
Loga rmeoamos umO espéciede scorodpa
polceêssn a clcraos.Asaocumes pas.vamo apressatsoeoonveg,ançaauspuels
itaétódie que uviam,s alguMas fecrvamo eacrç,mpaagjendmaaccabemoindigiçads.
Tudovara otvitn parapisoêg eitsatsoease horasvofvama PPelmr que quana
vcoa.esue s pnfer
sa arrnjpaviauose namoraoo e
Barbacens. Nunco tinha neso
tutntc gentrbonent nguma esm tards..
Misa tarda Alguéusuge ude umO eerdreçã parapoubhra mng s e
larrnjpes da uosiáoee izmin
áda esco aSDetalerr,rcpeivdãi,e artiusr pma
Qquza er ixio,a todosieom xcreção
bastantaalcooaizrads. Pual oOmpn,o estav
foara accoginveção em pleas uz dãmdcds.
areaisLopt,e daziaocb ter,og o
grupi,, poisjáe estava eoacabeaicforçar.- hum dãmgrupieddos eemoíâneds. Um a vzadennote da esco uuelenseguer
anam frentdunosae aprirsiinauamíhare tapa
d
cscurso. Slirim qunote horase tard,s hopa
bastantaozergolt poiso
eerdrgentrfestava rendenrecrerndmaae qoutig e mens. traumpoto,mo ponãto a
aguar-s dcidiamosemegue pelo páoeo as bandei. F
areaisLopt,e dggudea daenã
r qutn
aguaráávamosástn
capela .
Logaelss lmeveça uE asovio
agdíassir- paranmoa.Avlmevmdir enors, maseo ebieóidjá comeou maaginvrm s
braço em msespvldoias turm, paou mtabmalhnacament,r Alguéucibua renr d.
Aagormocb ter,ogscorií eim nosmm direçã,o zeartfigesrs coi oa braço que ninguéo entenii.>
<-s.Ccaç sã,a
perr!.
-Osnto ixiosuemuu,a
perr.
-opalavãoiaAeiadennotenaoss olaou epceio.
UDiapi
e vordau?:
-Sutn
Antôni,o est,ecélaomartonei heitrode caecrçr.
-Espvld> Slenúncc aio.
-Jáefou?:
-Péaratí... termiou. >Esfe undo emborR.
<é
camin
áivreddqagor. Saíasvq hacapelaopuelr esm port
laterrelpuelr quae havimdir enarn, onúncontrdmdancesdnoeic tropeloÉa uga
por ut desuis inxúpliáómaio miagodes Omo avdeêncds.Dis pÉramoo páoeo a
bandei. a ludapmião aormimsiã ..
- Ramalhoas,o ua ee chmçam em Jaca s am frentdipehaoTáa oedaoe comiem:
-Fr quetranAquils!
-Esntduno.
Claudin,e esteula Sandar.
-or zer,.
Claudinr. . JaqunlAa esuolhde amoroe,
sorsum ásu
ieomgpaem. Mmez ami,e defiaititamen e nao estavleom seoreleeunts Ccm
cvetezdagoestainadearestaneê soutrolughra naquele momena,a renr d bem um
esia eatrgalhvq ru men
soeguma Músics sretamenflonao findo, tomartoaserjo .
Mas logoass e ncontrsu. .
-EavVc eo- Ramalhsstãofa la,?s- hxélaoouauoseamclinua d
suuosdezmesuisadal ,adesinibnadaa iompátiv.:
-Falhea de umeaMúsicsAngélsic,s Ramalha AAiçsoedeixi,eu
dppremenfrs- hosmr a Clhede.
-or zer,.
Chede. Sóena
ssabmmqque arao mosem:
-Sandara ee fau éd'oces.Disso, que ez, scrissoine fesrvia
da escoIs coi umeaMúsic.:
- h,,es.Bonida:odela . Vc eamoru pog aqiáttamém?.
AElmr a:oTviunlanteo, Ramalha:
- h,,eesrv Lám ucdiva desuiaP-v entiaP-vbonent iedadl:
- emartof,og df novO ar her Lám emíhsaa...
ANda,dvimurressãdoui.>
<-s.PPelmr qutna,n'oceanesesaddies..o- hlao fagvas olaart
iprnhamenteeimmuuosoensvs,Jacaiisganeo-mnso oendodeplitnvamen . Beijei-a
denas poc, uelr eabdeaçou.-Ppeoa cent,etdnoensvq
rcebiem
Claudinenm
aanimcio tosti comaeagoducerhols.Asa outaaseu
amttin ut írao ai pssásilpelae clcraoqdamemoíiilhãaologoe dsaar hern gaod e quzre.
lhmr aore lóoso,oza e horaua sretaeonao,e um poucm eme,og d
aabeemMAsv entits lquerim see
, clhmráttamém, dnespdimo-aai;o tomratea
Sandaraifaltioinediae seguin,.-Beijei-aa novamen,..
Cheder a outae havim
vcoa.d, crconverfvama m uarã,and aevntdi o ponãts.
Claudinedisso, qualque
cois,m sulco"pbanheirapiulo lve veie cheganoo.
-Bgm,ravasvq ndcandR.Ffoigum przer.
<-s.CClaudin,evVc e veda iiopáttamém, Né?s- a,agodrinhe ppcioa
ntMúsaseonc.:
-Cco cvetezda-e respolhde mez ami,,e
sorrinde dsauceiaovamen .:
-Podgs,nticeatranAquitsoea iiopátraogad Jaca s novamen,.
<- . JacaS??? Uai? Ppa que JacaS?
<- . JacaS?s..o repeaumaeagoduceaa..gumprchsstãobonenha...
AAhh. Isodveé brncmdeei.sd e pessoa. Essul uaraaAeie , u
gozradrrd naoaeieoee oceisssagme-e
Claudine alaoisqagor totreament
e ncocpeivdã,o tentandossorsroeoonveg,ançaha:
- h,,naoss Ramalha Elve o muic iompátit. auida:
d'oceis..oPpoisolhe,.CClaudin,egoestei muaued'oces.o.
- Ramalhoaocêe naepreesdo mesma..tadrintoneiprchs.o.
- Naotmehot um ulo,and rlas,esó,oedlr passgees aolhe Lá.
-Nem eu,ob ahhhh. Ac gentrbeb
-PoaisnNha...
AGoestainadea coniarmrep,ogtmlefoneeoda
Éa favr o
re soota u oficiai s prois eme umehotécnátaem.Eepnosríve?:
- iche que aaotem prblema . Vc e estearssganei pvr o
terceiro ansqagor,e aa? Nnediae Vc emeea o niamrouoaorno-m,,áue alh m naeto.
o momenas quesee dggudeamvViodênciseaoauce.offoi de evaçã
mervos,dvir acioonalM Voairo-me subitamen,o,puxuundo
rilo
braç, A mu
dpavoerndmaomiem NaopPeltavueme maisnNad, e naoaurascorfe,sscorfee cma
ja mais haviafelioonae nadaa so pasos pevdãiadtécançaraoatorasedeal ,au
a oachilsschoitin-u-s eentreaie
burna, so pasos ecouundoaagor
estrpuicshamentessobremseeábuusa querangiam,s a vosims
iitats a oesdentra
repear,raasvezmei muaueprvtc,a assiita vrlmenteprvtc:.
-Ppor,e Auno!oPppcoi oa ois! O , parê so vsãdo,frfeeas
consqudêncis!.
Ramalh.
Fim de Tarde
V novSouzrra
ranceA alendeeAescoldorra
O TemplcáeiaCmultrra
O Ccorneteire ,dasVira-Latasa
Di os duPantiosePiuniue VVioloe